quarta-feira , 15 abril 2026
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Operação prende empresários por desvio de recursos na saúde; veja nomes

DO G5NEWS

A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) realizaram, hoje (15), duas operações que investigam suspeitas de desvios de recursos públicos envolvendo organizações sociais (OSs) que atuam na área da saúde em Goiás. Ao todo, quatro empresários foram presos preventivamente.

Segundo apuração, os alvos das prisões são Hilton Rinaldo Salles Piccelli, Rudson Teodoro da Silva e Roberto Leandro Carvalho, ligados à empresa Mediall Brasil, além de Otávio Guimarães Favoreto, da Lifecare, que também teria envolvimento com o grupo.

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As investigações envolvem duas organizações sociais: a Agir, responsável pela gestão do Hospital de Campanha de Goiânia durante a pandemia de Covid-19 e atualmente à frente de outras unidades estaduais; e o IBGH, que administrou hospitais no interior do Estado, mas não mantém mais contrato com o governo.

As ações fazem parte das Operações Makot Mitzrayim (Pragas do Egito) e Rio Vermelho, que, juntas, cumprem 46 mandados de busca e apreensão em Goiás, São Paulo, Tocantins, Maranhão e no Distrito Federal. Entre os alvos de busca está o médico Sergio Daher, superintendente da Agir, além de dois filhos.

Em nota, a Secretaria de Saúde de Goiás (SES-GO), informou que colabora nas investigações. Ainda e acordo com a pasta, foram criados controles rigorosos para combater desvios. “Desde 2023, a SES conta com uma Subsecretaria de Controle Interno e Compliance e a atuação de um delegado da Polícia Civil dentro do gabinete para apurar qualquer indício de mau uso do dinheiro público”, diz o texto. (veja a nota no final da reportagem)
             
A pasta sempre contribui com as investigações para detectar quaisquer irregularidades e segue à disposição das autoridades. A secretaria esclarece que mais informações devem ser obtidas diretamente com as autoridades responsáveis pela investigação.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados podem responder por crimes como corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraudes em processos licitatórios. Há indícios de irregularidades na contratação de empresas prestadoras de serviços, com possível direcionamento e simulação de concorrência.

Operações

Na Operação Makot Mitzrayim, que cumpre 18 mandados de busca, a apuração aponta para um esquema de desvio de recursos por meio da chamada “quarteirização e quinteirização” de contratos. Nesse modelo, serviços seriam subcontratados em cadeia, com indícios de superfaturamento e repasse de valores indevidos a envolvidos no esquema, incluindo agentes públicos responsáveis pela fiscalização.

Já a Operação Rio Vermelho, com 28 mandados de busca e apreensão e os quatro de prisão preventiva, investiga suspeitas de irregularidades na gestão de recursos destinados ao Hospital de Campanha de Goiânia (HCamp). As apurações tiveram início após auditorias da CGU, que identificaram indícios de lucros indevidos em contratações.

NOTA SES-GO

A Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) informa que colabora integralmente com a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União nas investigações das operações Makot Mitzrayim e Rio Vermelho.

A pasta esclarece que foram criados controles rigorosos para combater desvios. Desde 2023, a SES conta com uma Subsecretaria de Controle Interno e Compliance e a atuação de um delegado da Polícia Civil dentro do gabinete para apurar qualquer indício de mau uso do dinheiro público.
             
A pasta sempre contribui com as investigações para detectar quaisquer irregularidades e segue à disposição das autoridades. A secretaria esclarece que mais informações devem ser obtidas diretamente com as autoridades responsáveis pela investigação.

Comunicação Setorial – SES-GO


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