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Vídeo mostra servidor do Liceu Cuiabano com arma na mão antes de ação policial: "Hoje eu vou morrer"

THIAGO NOVAES

DO REPÓRTERMT

Um vídeo gravado pela enteada de Valdivino Almeida Fidelis, servidor da Escola Estadual Liceu Cuiabano, mostra o homem armado e dizendo que “iria morrer” na noite dessa segunda-feira (11), no bairro Goiabeiras, em Cuiabá.

“A minha vida está ruim. Minha vida está péssima. Hoje? Eu vou morrer hoje. Eu vou morrer hoje. Eu não queria chegar a esse ponto. Eu não queria, mas eu fui enganado”, disse Valdivino.

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Nas imagens, é possível ver o homem sentado em uma cadeira e segurando uma arma em uma das mãos. Ele também demonstra forte abalo emocional e faz acusações contra a esposa relacionadas ao fim do relacionamento. Em outro momento, afirma que a mulher o teria “enganado” durante o casamento.

“A tua mãe me enganou, ela contou quando ela casou comigo? Eu falei, ‘não quero, não quero’, ela ficou insistindo. Aí demorou 28 anos me enganando e aí me largou com 60 anos de idade. Com 60 anos de idade, não me avisou nada, não falou ‘ó, tô saindo, não tô aguentando, tô saindo’. Me enganou. Me enganou bastante”, disse.

Horas depois, ele morreu durante uma intervenção policial dentro da residência.

De acordo com a Polícia Militar, equipes da Raio foram acionadas após a denúncia de que uma jovem estaria impedida de deixar o imóvel enquanto o homem permanecia armado. Diante da gravidade da situação, equipes da Rotam, Bope e outras guarnições realizaram o cerco da casa.

Conforme o boletim de ocorrência, durante o adentramento tático os policiais visualizaram Valdivino apontando uma arma de fogo para a cabeça da enteada. Ainda segundo a PM, os militares deram ordem para que ele soltasse a arma, mas o servidor teria apontado o revólver na direção das equipes, momento em que foi baleado.

Leia mais – Servidor do Liceu Cuiabano mantém enteada refém sob mira de arma e acaba morto pela PM

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e confirmou a morte no local. A jovem foi retirada da residência sem ferimentos graves aparentes.

Apesar da ocorrência ter sido inicialmente registrada como cárcere privado, o delegado responsável pelo caso afirmou que a situação ainda será apurada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo o delegado, a jovem relatou ter se sentido mantida em cárcere porque a porta estava trancada e o homem permanecia armado dentro da residência.

A DHPP também irá investigar as circunstâncias da intervenção policial e se houve legítima defesa por parte dos agentes envolvidos.

Veja vídeo:


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