KARINE ARRUDA
DO REPÓRTERMT
Até o fim de abril, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) havia confirmado 29 casos de meningite e oito mortes causadas pela doença no Estado. O número indica aumento nos diagnósticos em comparação com o mesmo período de 2024 e 2025. Segundo a gestora de saúde Rosane Orth Argenta, esse cenário pode estar relacionado à baixa cobertura vacinal da população e ao descuido com medidas básicas de higiene.
Em entrevista ao
, Rosane, que também é sócia-fundadora e CEO da Saúde Livre Vacinas, explica que existem diferentes tipos de meningite. As virais, que são menos graves e não possuem vacina, e as bacterianas, que são mais agressivas e contam com imunização disponível. Entretanto, no caso das bacterianas, classificadas nos tipos A, B, C, W e Y, a vacina contra o tipo B, considerado o mais grave e letal, está disponível apenas na rede privada e pode custar até R$ 800 por dose.
A especialista destaca que, apesar de mais letal, o tipo B não é o mais prevalente. Já a meningite do tipo C, mais comum, conta com vacina ofertada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Entenda:
Assista a entrevista completa:
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