terça-feira , 20 janeiro 2026
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Após captura de Maduro, Trump e Rubio sinalizam pressão sobre Colômbia e Cuba

Durante coletiva realizada neste sábado (3) para falar sobre a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário de Estado, Marco Rubio, enviaram um recado claro para as lideranças de Colômbia e Cuba.

Ao ser questionado por jornalistas sobre declarações do presidente colombiano Gustavo Petro sobre a operação em Caracas, o Trump afirmou que o governo colombiano abriga “laboratórios de cocaína” e que a droga produzida no país estaria sendo enviada aos Estados Unidos.

“Eles têm fábricas onde produzem cocaína. Estão mandando para os EUA. Então, sim, ele (Petro) tem que ficar esperto”, disse o presidente americano.

Por sua vez, Marco Rubio afirmou que a operação contra Maduro representou um golpe direto contra a influência do regime comunista de Cuba na Venezuela. O secretario de Estado disse que, se “estivesse em Havana, estaria preocupado, nem que fosse um pouco”.

Rubio citou que a estrutura de segurança venezuelana estava profundamente infiltrada por agentes do regime cubano, incluindo setores responsáveis pela proteção direta de Maduro e órgãos de inteligência do país.

“Basicamente, a segurança venezuelana havia sido colonizada por Cuba”, disse Rubio, acrescentando que, após a queda de Maduro, a Venezuela deveria “declarar sua independência de Cuba”.

Trump também comentou a situação cubana, classificando o regime da ilha como um “caso muito similar” ao da Venezuela. O presidente americano disse que agora pensa em ajudar o povo cubano, que, em sua avaliação, sofre há décadas sob o sistema castrista. Ele afirmou ainda que os Estados Unidos buscam se cercar de “bons vizinhos e estabilidade” na região.

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