quinta-feira , 14 maio 2026
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Tenente-coronel acusado de matar esposa passa mal em presídio e tem liberdade negada

DO REPÓRTERMT

O tenente-coronel Geraldo Neto, investigado pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, passou mal no Presídio Militar Romão Gomes, em São Paulo, na quinta-feira (19), e precisou de atendimento médico.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ele foi encaminhado ao Hospital da Polícia Militar, orientado a retornar para reavaliação no dia seguinte e, após os atendimentos, voltou à unidade prisional. O estado de saúde não foi divulgado.

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O oficial foi preso preventivamente na quarta-feira (18), em São José dos Campos, por determinação da Justiça Militar. Na sequência, a Justiça comum também decretou a prisão. Ele é acusado de feminicídio e fraude processual, sob suspeita de ter matado a esposa com um tiro na cabeça e alterado a cena do crime para simular suicídio.

Durante audiência de custódia realizada por videoconferência, o militar voltou a afirmar que a esposa tirou a própria vida. Ele disse que a arma foi apreendida no dia do ocorrido e alegou que a companheira teria cometido suicídio dentro do apartamento do casal.

A defesa recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), pedindo a revogação da prisão e questionando a existência de duas decisões pelo mesmo fato, além da competência da Justiça Militar para julgar o caso. No entanto, o ministro Reynaldo Soares da Fonseca rejeitou o pedido, afirmando que não havia decisão anterior da Corte que justificasse a análise.

Com isso, o pedido não foi sequer analisado no mérito, e o tenente-coronel segue preso enquanto o caso continua sendo investigado.


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