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Sob pressão, governo trabalhista amplia segurança de judeus após novo ataque antissemita

O governo britânico anunciou nesta quinta-feira (30) que destinará uma verba de 25 milhões de libras (25,7 milhões de euros) para reforçar a segurança da população judaica no Reino Unido, após um novo ataque contra dois homens judeus em Londres no dia anterior.

Os fundos serão usados ​​para aumentar o patrulhamento policial e a proteção em torno de sinagogas, escolas e centros comunitários, explicou a gestão trabalhista.

As forças de segurança intensificaram o patrulhamento em todo o território após o novo ataque antissemita, no qual dois homens judeus — Shilome Rand, de 34 anos, e Moshe Ben Baila, de 76 anos, conhecido localmente como Moshe Shine — foram levados para o hospital após serem esfaqueados no bairro de Golders Green, no norte de Londres.

Um homem de 45 anos, identificado pela polícia como cidadão britânico de origem somali, foi preso após o crime. As autoridades estão tratando inicialmente o ataque como terrorismo.

Grande parte da comunidade judaica de Londres vive no bairro de Golders Green, onde se encontram trinta sinagogas. O primeiro-ministro Keir Starmer visitou o local após o novo ataque e foi vaiado por manifestantes, que criticavam o atual cenário de insegurança aos judeus no Reino Unido.

O novo ataque antissemita soma-se a uma série de outros episódios de violência contra a comunidade judaica no Reino Unido, incluindo o ataque incendiário a quatro ambulâncias pertencentes à organização de voluntários Hatzola, no mês passado.

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