sexta-feira , 24 abril 2026
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Saiba quem é o outro casal alvo de operação contra esquema de apostas ilegais em Cuiabá e VG

THIAGO NOVAES

DO REPÓRTERMT

A empresária Lili Vasconcelos, que se apresenta como influenciadora digital, e o marido, o empresário Erison Coutinho, estão entre os alvos da Operação Aposta Perdida, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso hoje (23).

Erison é proprietário da loja Rei dos Panos. Lili é irmã da influenciadora Jessica Orben Vasconcelos Magalhães, já citada entre os principais investigados, o que reforça a suspeita de atuação de um mesmo núcleo familiar no esquema.

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No Instagram, Lili reúne mais de 112 mil seguidores, onde compartilha a rotina pessoal e familiar. Erison, por sua vez, soma cerca de 10 mil seguidores e se apresenta como empresário do ramo de moda masculina, além de publicar registros de viagens nacionais e internacionais.

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Nas redes sociais, o casal exibe uma rotina marcada por viagens ao exterior, com registros em diversos destinos. As publicações incluem passagens por cidades como Paris, Londres, Barcelona e Veneza, além de visitas a pontos turísticos, restaurantes e cenários urbanos conhecidos. As imagens reforçam um estilo de vida voltado ao turismo frequente e a experiências internacionais, em linha com o padrão de ostentação apontado nas investigações.

De acordo com a investigação, o grupo é suspeito de atuar na exploração de jogos de azar online, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Segundo a Polícia Civil, integrantes da família utilizavam redes sociais para divulgar plataformas ilegais, conhecidas como “jogo do tigrinho”, atraindo participantes com promessas de ganhos fáceis e elevados.

As apurações indicam que parte dos investigados atuava diretamente como influenciadores digitais, promovendo os jogos, simulando lucros e ampliando o alcance das plataformas.

O modelo de funcionamento apresentaria características de pirâmide financeira, em que os rendimentos dependiam da entrada de novos usuários.

Ainda conforme a polícia, os valores obtidos eram ocultados por meio de empresas de fachada, movimentações financeiras fracionadas e aquisição de bens de alto padrão.

A operação também identificou que o grupo mantinha um estilo de vida elevado, com forte exposição nas redes sociais, o que chamou a atenção dos investigadores por ser incompatível com a renda declarada.

Durante a ação, foram apreendidos veículos de luxo, imóveis e houve bloqueio de até R$ 10 milhões em bens e contas dos investigados.

Os mandados foram cumpridos em Cuiabá, Várzea Grande e no município de Itapema (SC).

Ao todo, são 34 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão, sequestro de bens, bloqueio de contas bancárias e redes sociais, apreensão de passaportes e suspensão de atividades econômicas.


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