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"Democracia tem que ser feita por pessoas de bem": Coronel Fernanda detona decisão que permite presos votarem nas eleições de 2026

ANA JÁCOMO

DO REPÓRTERMT

A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) reagiu hoje (24) com indignação à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de manter o alistamento e o voto de presos provisórios para as eleições de 2026. Em declaração ao , a parlamentar classificou a manutenção das seções eleitorais dentro dos presídios como um retrocesso e uma afronta aos cidadãos de bem.

Para ela, a manutenção das urnas dentro das unidades prisionais é um erro grave e um prejuízo direto para a sociedade brasileira, pois o cometimento de um crime deve anular automaticamente qualquer benefício ou participação no processo democrático.

Segundo a deputada, quem opta pela criminalidade não deve gozar de garantias políticas, reforçando que a democracia deve ser um espaço restrito aos cidadãos que cumprem a lei. “Quem está preso não tem direito a nada. Quem quer ter direito não comete crimes”, disparou a parlamentar.

A preocupação central da Coronel Fernanda reside no fortalecimento das organizações criminosas dentro do sistema carcerário. Ela argumenta que os presídios são territórios dominados por facções e que permitir o voto nessas condições ignora o poder de mando que esses grupos já exercem do lado de fora das grades. A deputada sublinhou que a decisão do TSE acaba por validar a influência de “quadrilheiros” em um sistema que deveria ser protegido.

Eu fico muito triste e repudio essa decisão. A democracia não é feita por quadrilheiros, por bandidos; a democracia tem que ser feita somente por pessoas de bem”, afirmou Fernanda. 

Entenda a decisão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) garantiu, nessa quinta-feira (23), que presos provisórios e temporários (aqueles que ainda não têm condenação definitiva) poderão votar normalmente nas eleições de 2026.

A Corte decidiu que a nova “Lei Antifacção”, que proibia o voto desses detentos para diminuir a força de facções criminosas nas urnas, não pode ser aplicada agora.

O motivo é o prazo: a Constituição proíbe mudanças nas regras da eleição menos de um ano antes da votação. Como a lei foi aprovada recentemente e o cadastro de eleitores fecha já no dia 6 de maio, os ministros entenderam que não haveria tempo para organizar o cancelamento dos títulos e adaptar os sistemas.


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