quinta-feira , 16 abril 2026
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Três porta-aviões, mais de 60 mil soldados: como os EUA se preparam para agir com força total contra o Irã

Com a trégua temporária na guerra entre EUA, Israel e Irã prestes a expirar, a Casa Branca voltou a exercer pressão total para forçar um acordo com o regime islâmico, que ainda não deu sinais de que está disposto a aceitar todos os pontos apresentados pelo governo de Donald Trump nas negociações que foram paralisadas no Paquistão.

Em meio à incerteza de que o cessar-fogo será renovado, o Pentágono se prepara para retomar as ações militares no Oriente Médio com um 
destacamento militar sem precedentes.

Nesta semana, o jornal The Washington Post noticiou que mais de 10 mil soldados adicionais estão em fase de transferência para a região do conflito. A expectativa é que seis mil soldados a bordo do porta-aviões USS George H.W. Bush e vários navios de guerra que o escoltam façam parte do novo destacamento, além de 4.200 efetivos pertencentes ao Grupo Anfíbio Boxer e sua força operacional da Infantaria de Marinha embarcada, a 11ª Unidade Expedicionária da Infantaria de Marinha.

As tropas se juntarão aos aproximadamente 50 mil efetivos que já estão presentes na região e participam das operações, de acordo com informações do Pentágono.

Além da força humana, os EUA mantêm três grupos de porta-aviões com mais de dois mil fuzileiros navais (Abraham Lincoln, George H.W. Bush e Gerald R. Ford), dez destróieres e dois navios de assalto anfíbio nos arredores do Irã com o objetivo de interromper qualquer tipo de comércio marítimo com o país alvo da pressão.

Desde quarta-feira, os EUA realizam vigilância perto da costa iraniana liderado por um grande destacamento naval americano da Quinta Frota dos EUA para evitar que petroleiros iranianos e embarcações aliadas deixem os portos.

Vigilância ocorre a partir de bases no Golfo

Os americanos mantêm um aparato de vigilância e tecnologia militar que permite monitorar o fluxo nos principais portos do Irã.

Alguns dos equipamentos utilizados nas operações incluem satélites, drones e aeronaves especializadas, como o E-3 Sentry AWACS (aeronave de vigilância e comunicação) e o P-8 Poseidon (aeronave de patrulha marítima e reconhecimento), que operam a partir de bases no Golfo e registram a movimentação de todas as embarcações ligadas ao Irã na região.

Nesta quinta, o Chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Dan Caine, advertiu que o país perseguirá embarcações de qualquer nação que forneça “apoio material” ao Irã.

Washington também conta com o apoio de aeronaves táticas como a E-2D Hawkeye, que oferece vigilância 360º de longo alcance e pode detectar alvos na superfície a mais de 550 quilômetros, e caças de última geração como o
F-35 e FA-18 Super Hornet.

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