sábado , 14 março 2026
💵 DÓLAR: Carregando... | 💶 EURO: Carregando... | 💷 LIBRA: Carregando...

“Único remédio é a anistia”, diz Eduardo Bolsonaro após sanção a mulher de Alexandre de Moraes

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou nesta segunda-feira (22) que o “único remédio possível” é a anistia, depois que os EUA anunciaram sanções contra Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e à empresa da família.

“Espero que a elite brasileira entenda que somente parando a perseguição, cujo único remédio possível é uma anistia dos fatos começando em 2019, para que não haja mais a possibilidade de se desengavetar qualquer desculpa para perseguir opositor político, é somente desta maneira que a gente vai conseguir diminuir essa temperatura”, declarou Eduardo em um vídeo no X.

O governo de Donald Trump anunciou sanções contra a esposa e um instituto vinculado à família do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). As medidas são baseadas na Lei Magnitsky, que é um instrumento para punir financeiramente estrangeiros que violam direitos humanos.

VEJA TAMBÉM:

A decisão da administração republicana contra Viviane Barci de Moraes foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro americano nesta manhã. A medida surge meses após o próprio ministro ser sancionado com base no mesmo dispositivo legal.

O Departamento do Tesouro também impôs sanções ao Instituto de Estudos Jurídicos Lex, fundado por Moraes em 2000, do qual Viviane e os filhos do casal são sócios atualmente.

Com a decisão, todos os bens e eventuais ativos da esposa do ministro e de empresas vinculadas a ela que estão relacionados nos Estados Unidos são bloqueados. Além disso, ela está proibida de realizar transações com cidadãos e empresas americanas, por exemplo, por meio do uso de cartões de bandeiras dos Estados Unidos.

fonte

Verifique também

Viana anuncia mandado de segurança no STF pra garantir prorrogação da CPMI do INSS

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga fraudes no Instituto Nacional …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *