quarta-feira , 21 janeiro 2026
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UE expressa apoio à criação de Estado palestino e deve pressionar Israel em conferência da ONU

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, expressou nesta segunda-feira (26) o firme apoio da União Europeia (UE) à criação de um Estado palestino, durante conversa telefônica com o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas. Segundo comunicado divulgado nas redes sociais, Costa afirmou que o bloco europeu “segue apoiando firmemente uma solução de dois Estados” e manifestou “interesse” na Conferência das Nações Unidas que ocorrerá em junho, em Nova York, para discutir o tema.

No diálogo, António Costa reiterou a “grave preocupação” da UE com a “catastrófica situação humanitária em Gaza e a crescente violência na Cisjordânia”. O ex-primeiro-ministro socialista português, que foi investigado por corrupção, também declarou apoio “pleno” ao plano em cinco etapas do secretário-geral da ONU, António Guterres, para levar ajuda à população da Faixa de Gaza.

Durante a conversa, Costa fez críticas diretas ao governo israelense ao afirmar que “Israel deve levantar o bloqueio e permitir o acesso imediato, seguro e sem restrições de ajuda e assistência humanitária, em conformidade com o direito internacional e os princípios humanitários”. Ao mesmo tempo, destacou que “os reféns israelenses restantes devem ser libertados de imediato”.

O posicionamento da UE foi endossado por países árabes e muçulmanos que, em reunião realizada neste domingo (25) na Espanha, exigiram “apoio tangível” da comunidade internacional à solução de dois Estados, vista por eles como a “única alternativa viável” para o fim do conflito. O encontro, convocado pelo ministro das Relações Exteriores do governo socialista da Espanha, José Manuel Albares, reuniu representantes de cerca de vinte países árabes, muçulmanos e europeus, incluindo Alemanha, França, Itália, Portugal e Brasil, além dos países europeus que recentemente reconheceram a Palestina como Estado — Noruega, Eslovênia e Irlanda.

O foco principal das discussões foi o cenário humanitário em Gaza, o envio de ajuda à população civil e a defesa da criação de um Estado palestino ao lado de Israel.

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