O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli afirmou à coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que não gravou a reunião reservada da Corte que tratou de sua saída da relatoria do processo envolvendo o Banco Master.
“É um fato absolutamente inverídico. Não houve nenhuma gravação da minha parte. Nada disso procede”, declarou. O ministro acrescentou que está indignado com o que classificou como “insinuações” e disse não saber como a suspeita surgiu.
“Eu não gravo e não fico relatando conversa de ministros. Não relato conversas pessoais nem institucionais. Nunca gravei uma conversa na minha vida.”
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A reação ocorre após a divulgação, pelo site Poder360, de trechos literais de diálogos atribuídos à sessão secreta realizada na quinta-feira (12), quando o Supremo decidiu pela saída de Toffoli da relatoria do caso Banco Master. A publicação foi ao ar à 1h28 da madrugada desta sexta-feira (13).
Segundo a Folha, ministros do STF avaliam que a conversa pode ter sido registrada clandestinamente. Alguns magistrados teriam encaminhado a reportagem a Toffoli apontando a existência da suposta gravação.
De acordo com relatos ouvidos pelo jornal, integrantes da Corte classificaram o episódio como sem precedentes e relataram desconforto com a divulgação dos diálogos. Também afirmaram que os trechos publicados contemplariam apenas partes favoráveis ao ministro, sem refletir a totalidade do debate realizado na sessão reservada.
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