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Tarcísio diz que terá ‘papo de amigo’ com Bolsonaro e recusaria disputa presidencial

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira, 27, que terá um “papo de amigo” com Jair Bolsonaro daqui a dois dias, em visita marcada em sua cela na chamada “Papudinha”, em Brasília, e que recusaria um convite para concorrer a presidente, mesmo diante de um apelo do padrinho político.

— Isso não vai acontecer, mas eu diria não. É muito tranquilo isso para mim — declarou o político em entrevista à rádio Jovem Pan de Sorocaba, no interior de São Paulo. Ele foi à cidade para um encontro na fábrica da Toyota.

— Na última visita que eu fiz ao Bolsonaro, quando ele ainda estava em prisão domiciliar, antes do regime fechado, ele me disse: ‘E aí, Tarcísio, eleição presidencial, qual é a sua posição?’. Eu disse: ‘A minha posição é ficar em São Paulo’. Eu fui muito contundente, muito claro com ele em relação a isso, porque também eu precisava manter uma linha de coerência — relatou o governador.

Oportunidade com segurança!

Tarcísio alegou ainda que não teve uma discussão acalorada com Flávio Bolsonaro (PL), senador pelo Rio de Janeiro escolhido pelo pai para representá-lo nas urnas contra o presidente Lula (PT), frustrando parte do empresariado e líderes do Centrão. Demonstrou incômodo nesse ponto, atribuindo as informações a mentiras que circulam nos bastidores.

— Não estou frustrado, não. Nem vou falar isso na quinta-feira para o Bolsonaro, até porque isso não existe — afirmou ele, em outro trecho da entrevista. — Eu sempre disse que o meu projeto para São Paulo é de longo prazo. Alguns que passaram e pensaram logo na candidatura presidencial deixaram cicatrizes, feridas abertas. Não quero decepcionar ninguém.

Tarcísio falou também sobre os motivos que levaram Bolsonaro a optar pelo filho no pleito:

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— Uma pessoa da família traz para ele uma confiança, e eu vou estar com ele nessa caminhada. Na visita que eu vou fazer, o meu papo vai ser um papo de amigo. Vou falar de amenidades, perguntar se ele está precisando de alguma coisa, falar da solidariedade e do carinho que eu tenho por ele e do que a gente está fazendo aqui fora para tentar ajudá-lo. Sem entrar muito nessa questão. Não costumo falar de eleição, de política com ele. Procuro sempre mostrar que estou do seu lado.

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