O secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, desponta como o favorito para substituir Fernando Haddad no comando da economia a partir de fevereiro. A escolha visa garantir a continuidade da atual política fiscal do governo Lula, apostando em um perfil técnico para evitar crises em ano eleitoral.
Quem é Dario Durigan?
Advogado de 41 anos, ele é um servidor de carreira e homem de confiança de Fernando Haddad. Com um perfil técnico e discreto, não tem trajetória em partidos políticos, mas consolidou sua carreira próximo a governos do PT, com passagens pela Casa Civil no governo Dilma e pela prefeitura de São Paulo com Haddad. Sua experiência no setor privado, como diretor no WhatsApp, ampliou sua rede de contatos.
Por que ele é visto como o nome ideal para o momento?
Durigan é considerado um nome que “não cria crises”. Sua nomeação é vista como um movimento para dar segurança ao mercado e ao Congresso, pois ele tem bom trânsito em Brasília e é visto como um hábil negociador de bastidores. O objetivo é escolher alguém que mantenha a estratégia atual sem as turbulências e os desgastes políticos enfrentados por Haddad.
O que muda na política econômica com essa troca?
Praticamente nada. Analistas de mercado esperam total continuidade, com foco em executar o que já foi planejado e aprovado. Em um ano de eleições, o espaço para novas grandes medidas é quase nulo. A tendência é que o novo ministro se concentre em administrar a agenda econômica já contratada, sem mudanças bruscas na direção.
E o que é o arcabouço fiscal, principal regra da economia hoje?
Pense no arcabouço fiscal como o limite de gastos do governo, uma regra para impedir que as despesas públicas cresçam mais rápido que as receitas. O objetivo é manter as contas em dia e controlar a dívida do país. No entanto, o governo tem cumprido essa meta retirando uma série de despesas do cálculo, o que gera desconfiança sobre sua real eficácia.
Qual será o principal desafio do novo ministro?
Enfrentar o crescimento contínuo do gasto público. A atual estratégia econômica foca em aumentar a arrecadação de impostos, mas não em cortar despesas. Com isso, a dívida pública segue crescendo e já atinge quase 79% de tudo o que o país produz. A eventual escolha de um perfil técnico como o de Durigan também reforça que as decisões finais sobre a economia continuarão centralizadas no presidente Lula.
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