sexta-feira , 6 março 2026
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Saiba quem é o DJ investigado por vender cocaína, ecstasy e LSD nas baladas em Mato Grosso

DO REPÓRTERMT

Tiago Moreira da Cunha Junior, conhecido como DJ Tigas, foi alvo de duas operações da Polícia Civil deflagradas na manhã desta sexta-feira (6), ambas voltadas ao combate ao tráfico de drogas sintéticas ligado a festas eletrônicas em Mato Grosso. O nome dele aparece entre os investigados nas operações Convergência e Last Loop, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).

As investigações apontam que o DJ também atuava como organizador de eventos de música eletrônica, ambientes que, segundo a polícia, teriam sido utilizados para facilitar a comercialização de drogas como MDMA (ecstasy), LSD, cocaína e derivados de cannabis.

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Na Operação Convergência, os policiais cumpriram nove ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão em Cuiabá, Várzea Grande e Sinop. A ação mira uma rede criminosa suspeita de atuar na distribuição de drogas sintéticas na região metropolitana da Capital.

A investigação teve início em abril do ano passado, após a prisão em flagrante de dois homens em Várzea Grande, com porções de LSD, ecstasy, MDMA, maconha, cocaína e 12 munições.

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Já na Operação Last Loop, foram cumpridas 12 ordens judiciais, sendo seis mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão. A apuração revelou que o grupo escolhia deliberadamente o ambiente das festas eletrônicas para atuar. Os elementos coletados durante as investigações demonstraram que a organização criminosa possuía estrutura organizada e atuação contínua nas transações ilícitas.

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Conforme a Polícia Civil, os investigados adotavam diferentes mecanismos para dificultar o rastreamento das atividades, como o uso de contas de terceiros e empresas para recebimento de pagamentos via Pix, além da utilização de codinomes e telefones registrados em nome de outras pessoas.

As apurações também indicam que, além do tráfico de drogas, integrantes do grupo teriam participado de negociações envolvendo armas de fogo, ampliando a gravidade dos crimes investigados.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis integrantes da rede criminosa e aprofundar o rastreamento financeiro das atividades do grupo.


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