quarta-feira , 14 janeiro 2026
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Rollemberg diz ter assinaturas necessárias para CPI do Banco Master

O deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) declarou nesta segunda-feira (12) ter chegado ao número de assinaturas necessárias para a instalação da CPI do Banco Master. A possibilidade de formação do colegiado tem movimentado parlamentares desde a descoberta do contrato milionário da esposa do ministro Alexandre de Moraes com o Banco Master.

Em um vídeo em suas redes sociais, Rollemberg afirma que ele e o PSB são precursores dos movimentos no parlamento pela instalação da CPI. Para que uma CPI seja instalada é necessário reunir o apoio de 171 deputados. Ele afirmou que agora cabe ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB) a leitura do requerimento. O parlamento está em recesso até fevereiro.

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“Já temos assinaturas suficientes para a instalação da CPI do Banco Master. Importante registrar que fui o primeiro a propor essa CPI, tão logo surgiram os escândalos de compra de títulos inexistentes do Banco Master pelo BRB. Mais de R$ 12 bilhões. Segundo investigações da Polícia Federal e do Banco Central, hoje o rombo do BRB é superior a R$ 4 bilhões de títulos que não puderam ser substituídos“, disse.

Ex-governador do Distrito Federal (DF), Rollemberg deixou seu cargo no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) do governo federal para assumir o mandato, depois de entrar na chamada “sobra eleitoral” por decisão do Supremo Tribunal Federal. Ele é adversário do governador Ibaneis Rocha (MDB), que o sucedeu no governo do DF e teria implicação na suspeita operação do BRB que acabou na liquidação do Banco Master e na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, em novembro.

A investigação em curso na Polícia Federal apura fraude bilionária superior a R$ 12 bilhões, que envolve a emissão de créditos fictícios, uso de fundos e empresas interligadas para inflar ativos do banco. Uma CPI tem alguns poderes de polícia, como de quebrar sigilos bancário, fiscal e de dados, requisitar documentos, ouvir testemunhas e indiciados (que têm direito ao silêncio), e determinar prisões em flagrante.

Os agentes policiais e os auditores do Banco Central apuram como se processava o desvio de recursos e outras irregularidades estruturais na instituição.

Dias Toffoli é o relator no STF do inquérito que centralizou a investigação, após a defesa de Vorcaro recorrer à Corte argumentando que ela deveria tramitar na instância máxima do Judiciário, em razão de citações a figuras com foro privilegiado. Desde então, decisões como manter sigilo e conduzir acareações no processo têm sido alvo de críticas de políticos, juristas e agentes do mercado financeiro.

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