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Portugal decide eleição em 2º turno inédito em mais de 40 anos

Eleitores de Portugal voltam às urnas neste domingo para escolher o novo presidente. A disputa é entre o socialista António José Seguro e André Ventura, da direita, no primeiro segundo turno presidencial do país em mais de quatro décadas, em meio a um debate sobre o futuro político nacional.

Quem são os candidatos que disputam a presidência?

A disputa é entre António José Seguro, do Partido Socialista, e André Ventura, do partido Chega. Seguro, de esquerda, se apresenta como moderado e um “defensor da democracia” para atrair eleitores de centro. Já Ventura, de direita, ganhou destaque com um discurso forte contra a imigração ilegal e a corrupção, prometendo uma ruptura com o sistema político tradicional do país.

O que dizem as pesquisas de intenção de voto?

As pesquisas indicam uma vantagem confortável para o candidato de esquerda, António José Seguro. Um levantamento recente aponta que ele pode obter 67% dos votos, contra 33% de André Ventura. Mesmo quando se desconsidera os indecisos, a projeção ainda favorece Seguro com 56% das intenções de voto, mostrando um cenário favorável ao candidato socialista.

Por que esta eleição é considerada histórica?

Esta é a primeira vez em mais de 40 anos que a eleição presidencial portuguesa é decidida em um segundo turno. Além disso, a chegada de André Ventura à disputa final consolida a ascensão de seu partido, o Chega, como uma das principais forças da direita conservadora e nacionalista no país, desafiando os partidos mais tradicionais.

Quais são as principais propostas de cada candidato?

Seguro foca sua campanha na defesa da democracia e na manutenção de serviços públicos universais, como saúde e segurança social, rejeitando privatizações. Ventura, por outro lado, propõe mudanças drásticas, como uma reforma constitucional, prisão perpétua para certos crimes, castração química para agressores sexuais e um controle mais rigoroso da imigração.

Como fatores externos podem afetar a votação?

Fortes tempestades atingem o país e podem impactar a eleição, principalmente aumentando a abstenção, ou seja, o número de eleitores que não comparecem para votar. A situação é tão séria que ao menos três cidades adiaram a votação, embora a data tenha sido mantida no restante do território nacional. A preocupação é que o mau tempo desestimule a ida dos eleitores às urnas.

Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.

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