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Justiça bloqueia R$ 11 milhões de líderes indígenas que cobravam propina para liberar garimpo ilegal de ouro e diamante em MT

DO REPÓRTERMT

O Ministério Público Federal (MPF) obteve uma decisão liminar para o bloqueio de R$ 11,3 milhões em bens de cinco envolvidos em um esquema de mineração ilegal na Terra Indígena (TI) Sete de Setembro, em Rondolândia (403 km de Cuiabá).

A medida atinge Manoel Suruí, Miguel Suruí Araújo, Pingo Suruí, Pamapin Abel Suruí e Olivino Mendes de Jesus. O grupo já responde a uma ação penal e foi alvo da Operação Olhos Fechados, deflagrada em maio de 2025.

De acordo com a denúncia, quatro dos réus são indígenas e ocupavam posições de liderança na comunidade, onde autorizavam a entrada de garimpeiros em troca de uma fatia de até 20% do ouro e diamante extraídos ilegalmente.

Um dos acusados é apontado como o “comandante” da estrutura e responsável por ameaçar outros indígenas que se opunham ao crime.

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Investigações da Polícia Federal revelaram que o garimpo clandestino contava com motores de grande porte e acampamentos estruturados na floresta nativa. O dano ambiental, calculado desde junho de 2022, resultou no desmatamento de 27,29 hectares do bioma Amazônia.

O valor de R$ 11,3 milhões requerido pelo MPF busca garantir a indenização solidária pelos danos severos à biodiversidade e aos modos de vida tradicionais da região. Os réus tiveram as contas travadas e os bens sequestrados por determinação da Justiça Federal.

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