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Irã diz ter prendido 21 mil “suspeitos” de colaborar com Israel durante a guerra

A polícia iraniana prendeu cerca de 21 mil “suspeitos” de colaborar com Israel durante a guerra de 12 dias, em junho, de acordo com a mídia estatal do país divulgada nesta terça-feira (12).

O porta-voz da polícia iraniana, o general de brigada Saeed Montazeralmahdi, afirmou que os mais de 20 mil suspeitos foram detidos entre 13 e 24 de junho em meio à troca de ataques entre Teerã e Tel Aviv.

O oficial disse que parte das detenções ocorreu graças às 7.850 denúncias de cidadãos sobre ações suspeitas que aconteceram durante o conflito, o que “demonstra a maior cooperação e vigilância dos cidadãos”.

Montazeralmahdi não deu informações sobre quantos dos detidos continuam presos ou foram formalmente acusados de crimes.

O Poder Judiciário iraniano informou no último sábado que 20 pessoas haviam sido presas por supostamente trabalharem para os serviços secretos de Israel – o Mossad – nos últimos meses, embora tenha ressaltado que algumas delas haviam sido libertadas sem acusações.

Além disso, pelo menos seis presos foram executados por colaborar com o Mossad desde 13 de junho. Durante a guerra que durou 12 dias, Israel bombardeou instalações militares, nucleares e civis, matando dezenas de militares iranianos de alta patente e cientistas nucleares.

O Irã respondeu a esses ataques com o lançamento diário de mísseis e drones mirando civis no território israelense, o que resultou em 30 mortos.

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