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Hamas não quer a paz: terroristas inventam nova desculpa para prolongar guerra

Os Estados Unidos repreenderam o Hamas neste sábado (31) após o grupo terrorista colocar um novo obstáculo para interromper a guerra com Israel.

O enviado especial do governo de Donald Trump, Steve Witkoff, afirmou ser “inaceitável” a série de exigências impostas pelos terroristas para aceitar uma trégua.

Uma fonte envolvida diretamente com as negociações disse ao jornal The Time of Israel que o Hamas sinalizou que só aceitaria o novo acordo se fossem criadas barreiras para dificultar a atividade militar de Israel enquanto as negociações não forem concluídas no período de 60 dias.

O grupo terrorista palestino impôs “emendas” ao documento apresentado pela Casa Branca para que a libertação dos 10 reféns seja distribuída ao longo da trégua de dois meses, em vez de serem libertados em dois momentos distintos, no primeiro e no sétimo dia de trégua, como foi sugerido na oferta americana.

Um membro do Hamas disse anonimamente à Associated Press (AP) que essas emendas propostas visavam “garantir a entrega de ajuda e a retirada das forças israelenses” do enclave palestino.

Em conversa com o Times of Israel, uma autoridade israelense disse que o Hamas também sugeriu um cessar-fogo com duração de até sete anos.

Após o grupo palestino embargar mais uma vez as negociações com Israel, o enviado especial dos EUA pressionou os terroristas dizendo que eles “devem aceitar a proposta apresentada pelos EUA, podendo entrar em vigor já na próxima semana”.

Segundo Witkoff, “essa é a única maneira de fecharmos um acordo de cessar-fogo de 60 dias nos próximos dias, no qual metade dos reféns vivos e metade dos que morreram retornarão para suas famílias, e no qual poderemos chegar a um cessar-fogo permanente”.

A nova proposta de trégua criada pelo governo Trump foi apresentada ao Hamas no início desta semana, depois de ser aprovada pelo principal negociador de Israel, o Ministro de Assuntos Estratégicos, Ron Dermer.

Estima-se que 58 reféns permanecem na Faixa de Gaza, incluindo os corpos de pelo menos 35 mortos confirmados pelas Forças de Defesa de Israel (FDI), e 20 reféns que se acredita estarem vivos. Autoridades israelense afirmaram que há “sérias preocupações” sobre o estado de saúde de outros três.

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