sexta-feira , 16 janeiro 2026
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Governador do MS diz que Estado não pode “comandar” a economia

O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, afirmou que o papel do Estado não é “comandar a economia”, mas criar as condições para que o investimento privado aconteça.

Em evento da XP, em São Paulo, ele defendeu um modelo de gestão pública centrado na articulação institucional, na previsibilidade e na responsabilidade fiscal, sem aumentar a pressão tributária sobre o setor produtivo.

“Passou muito tempo daquela ideia de ‘eu sou o governo e aqui a gente comanda’. Não. A gente é gerenciador de funções muito claras, muito objetivas, e tem que reunir diferentes stakeholders com boas oportunidades de investimento”, disse Riedel, ao explicar sua visão sobre o papel do poder público.

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Segundo ele, essa lógica só funciona se houver harmonia entre Executivo, Legislativo, Judiciário e órgãos de controle. “Reunir as condições para ter harmonia institucional para isso acontecer talvez seja o grande papel nosso como agentes políticos dessa história”, afirmou.

Na área fiscal, o governador fez questão de diferenciar sua estratégia da ampliação da carga tributária. Ele disse que o Estado manteve o ajuste das contas públicas sem transferir o custo para o setor produtivo. “Não abrimos mão do equilíbrio fiscal em nenhum momento. Não pressionar o privado com tributação e, ao mesmo tempo, garantir capacidade de investimento do Estado”, declarou.

Riedel argumentou que esse modelo cria um ciclo positivo: maior confiança do mercado, mais investimentos e, como consequência, melhores resultados econômicos e sociais. “Quando todo mundo enxerga o resultado e ele é benéfico para a própria política, a política se beneficia disso”, afirmou.

Para ele, o desafio do político hoje é sair da lógica do protagonismo e assumir o papel de articulador. “Nosso papel é criar esse ambiente de confiança e bons projetos para o Estado, para o benefício da sociedade”, concluiu.

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