quarta-feira , 21 janeiro 2026
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Flávio Bolsonaro liga para Nikolas e agradece por “caminhada da liberdade”

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma videochamada com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e com o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) nesta terça-feira (20) para agradecer pela realização da “Caminhada pela Liberdade”.

“Tentei até o último momento ir para aí, cara, mas não tinha jeito, o tempo não deixou. Eu decolo agora, 11h40, para Israel, uma viagem importantíssima também, que eu não tenho como adiar. Mas olha, parabéns a vocês aí pela iniciativa. Obrigado Nikolas, Gayer, André, a todo mundo que está junto aí, porque a gente tem que fazer a nossa parte. O que não está no nosso controle, deixa Deus agir”, disse Flávio aos colegas de Congresso.

Ainda de acordo com Flávio, a iniciativa “Não é um movimento de confronto, mas de esperança. Queremos um país onde os processos sejam justos, onde inocentes não sejam humilhados e onde a liberdade volte a ser respeitada. Porque nenhum brasileiro pode ser obrigado a se ajoelhar diante da injustiça.”

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Convocada por Nikolas, a caminhada percorrerá 240 quilômetros entre Paracatu (MG) e Brasília, com chegada prevista para o próximo domingo (25). Além de Nikolas e Gayer, participam do protesto:

  • Fernando Holiday, ex-vereador de São Paulo;
  • Carlos Bolsonaro (PL), ex-vereador carioca e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina;
  • Deputado federal André Fernandes (PL-CE);
  • Deputado estadual Márcio Gualberto (PL-RJ);
  • Rafael Satiê (PL), vereador carioca;
  • Pedro Pôncio, influenciador de direita e ex-membro do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST);
  • Deputado federal Luciano Zucco (PL-RS);
  • Eduarda Campopiano (PL), vereadora de Praia Grande;

O deputado mineiro aproveitou a convocação para fazer uma ressalva: “esta caminhada não é uma bala de prata. Não é um gesto para resolver todos os problemas do Brasil, nem pretende substituir instituições, leis ou o dever de cada cidadão. Ela é, antes de tudo, um ato simbólico – e símbolos importam mais do que muitos imaginam.”


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