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Eduardo diz que trabalha por mais sanções de Trump e ameaça Motta e Alcolumbre

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em entrevista publicada nesta quarta-feira (6) pelo jornal O Globo, que trabalha para que o governo dos Estados Unidos amplie as sanções contra o Brasil após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo ele, a medida é parte de uma estratégia para pressionar pela saída do ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF) e pela aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” a aliados condenados ou investigados por tentar um golpe de Estado que culminou nos atos do 8 de Janeiro.

Segundo ele, as sanções já anunciadas, que incluem restrições de visto e bloqueio de bens a ministros do STF, podem ser ampliadas para outras autoridades brasileiras, como os presidentes da Câmara, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre.

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“Uma vez que não é pautado o impeachment do ministro Alexandre de Moraes no Senado, uma vez que o presidente da Câmara não pauta uma anistia, eles estão entrando no radar das autoridades americanas”, falou.

“Ou tenho 100% de vitória, ou 100% de derrota. Ou saio vitorioso e volto a ter uma atividade política no Brasil, ou vou viver aqui décadas em exílio”, disse Eduardo.

O parlamentar defendeu o tarifaço de 50% imposto por Donald Trump sobre produtos brasileiros, que entra em vigor nesta quarta, alegando que a medida tem motivação política e que “há um sacrifício a ser feito” para encerrar o que chama de “ditadura de toga”. “Dou graças a Deus que ele voltou suas atenções para o Brasil. Acho que tem valido a pena”, afirmou, negando ter recebido críticas do agronegócio.

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Eduardo disse que mantém interlocução frequente com políticos e assessores próximos a Trump, incluindo parlamentares republicanos e o ex-estrategista Steve Bannon, e que visita a Casa Branca “quase toda semana”.

Mesmo vivendo nos EUA, Eduardo afirmou que não pretende renunciar ao mandato e estuda enviar um ofício à Câmara alegando “perseguição” para justificar sua ausência no país. Ele também não descartou disputar a Presidência da República em 2026, desde que receba apoio do pai e consiga, antes, “resgatar a normalidade democrática no Brasil”.

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