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Dois membros da Guarda Nacional dos EUA são baleados durante tiroteio perto da Casa Branca

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Dois militares da Guarda Nacional dos EUA foram baleados nesta quarta-feira (26) durante um ataque a tiros a poucos quarteirões da Casa Branca, em Washington, segundo autoridades federais e locais. O suspeito de realizar o tiroteio foi preso após o ato criminoso, de acordo com a Polícia Metropolitana de Washington.

Segundo informações divulgadas pelo jornal The New York Times e pela emissora CNN, os dois guardas foram levados em estado crítico a um hospital após serem baleados.

Momentos após o ataque, o governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey – estado de onde os militares eram destacados – chegou a anunciar nas redes sociais que os dois haviam falecido em decorrência dos ferimentos. Contudo, minutos depois, o próprio governador recuou da afirmação e, em nova postagem, Morrisey disse que as autoridades estavam recebendo “relatórios conflitantes” sobre a condição dos militares e que não faria uma confirmação definitiva do estado de saúde deles até a chegada de informações completas.

“Estamos agora recebendo relatos conflitantes sobre a condição de nossos dois membros da Guarda e forneceremos atualizações adicionais assim que tivermos informações mais completas. Nossas orações estão com esses bravos militares, suas famílias e toda a comunidade da Guarda”, disse o governador.

Durante coletiva realizada nesta noite, o chefe do FBI, Kash Patel, confirmou que ambos os militares atingindos não faleceram, mas estão estado crítico no hospital. Eles foram baleados durante confronto com o atirador. Patel afirmou que forças federais e locais estão investigando o caso. Não foi revelado até o momento detalhes oficiais sobre o suspeito detido, nem suas motivações para o crime.

Segundo o NYT, a área onde ocorreu o tiroteio, que fica entre a 17th Street NW e a estação Farragut West, foi isolada por equipes do Serviço Secreto e unidades da Polícia Metropolitana logo após o ato. Testemunhas relataram ao jornal ter ouvido uma sequência rápida de tiros e correram para se abrigar em prédios próximos. A polícia orientou moradores e trabalhadores a evitarem a região.

Após o ataque, a Casa Branca chegou a ser colocada em alerta vermelho, protocolo que indica ameaça potencial à vida, conforme relatou o NYT. Minutos depois, o alerta foi reduzido para laranja, que representa risco elevado, mas sem ameaça imediata. O presidente Donald Trump está na Flórida para o feriado de Ação de Graças.

Em publicação nas redes sociais, Trump, que estava sendo informado sobre o tiroteio, disse que o suspeito dos disparos também foi ferido pelos agentes antes de ser detido.

“O animal que atirou nos dois membros da Guarda Nacional, com ambos gravemente feridos, está também gravemente ferido e pagará um preço muito alto”, disse o presidente.

Após o ataque, o Departamento de Guerra dos EUA anunciou que enviará para Washington 500 membros da Guarda Nacional para reforçar a segurança da cidade.

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Correção

Informações divulgadas anteriormente pelo governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey, afirmavam que os dois militares da Guarda Nacional haviam morrido após o ataque a tiros em Washington. Contudo, o próprio governador revisou a declaração minutos depois, informando que havia “relatórios conflitantes” sobre a condição dos guardas e que o estado de saúde deles ainda não estava confirmado. O texto foi atualizado para refletir a nova informação oficial.

Corrigido em 26/11/2025 às 20:14

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