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COP30: Lula vai anunciar mais R$ 250 mi para capital do Pará fazer obras

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai anunciar na próxima sexta-feira, 14, em Belém mais um desembolso de R$ 250 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) do financiamento ao governo do Pará para projetos de macrodrenagem e urbanização na capital do estado.

Os valores, que estão disponíveis desde hoje, se somam aos R$ 255 milhões já liberados pelo BNDES para as obras em 2024, alcançando R$ 505 milhões dos R$ 847 milhões de financiamento proposto para o conjunto de projetos.

“Esse é o maior investimento já realizado pelo banco em urbanização integrada de favelas e periferias, um legado concreto da COP30 para a capital paraense. Com essa nova liberação de recursos, avançamos na recuperação da infraestrutura urbana, na melhoria da qualidade de vida da população e na construção de uma Belém mais resiliente, sustentável e inclusiva”, afirmou em nota o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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Os projetos de macrodrenagem e urbanização tem por objetivo a melhoria da infraestrutura urbana e a ampliação do acesso a equipamentos e serviços públicos em favelas no município de Belém, com fins à redução de vulnerabilidades socioeconômicas e a adaptação às mudanças climáticas.

“Eles constituem um legado da COP30 para a cidade de Belém, combatendo inundações e alagamentos que historicamente afetam a população”, informou o banco.

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Canais

Os recursos serão destinados à macrodrenagem dos nove canais nas bacias do Tucunduba e Murutucu (Canais Vileta, União, Leal Martins, União, Timbó, Gentil Bittencourt, Cipriano Santos, Caraparu, Mártir e Murutucu) e às obras de urbanização integrada do bairro do Mangueirão (Canal do Benguí, Canal Marambaia e Rua das Rosas).

As obras nos canais compreendem: a urbanização do entorno e a macrodrenagem dos canais Caraparú, Cipriano Santos, Gentil, Vileta, União, Leal Martins, Timbó, Mártir e Murutucu, promovendo a ocupação ordenada das suas margens, bem como o acesso da população a infraestrutura urbana e serviços essenciais, tais como pavimentação asfáltica, drenagem, paisagismo, mobilidade urbana, ciclovias e passarelas.

Está prevista ainda a delimitação de áreas para uso coletivo e comunitário em cada núcleo de urbanização, com a instalação de equipamentos sociais tais como quadras poliesportivas, academias, áreas verdes e praças públicas, promovendo a recuperação da paisagem natural e a consequente ampliação da resiliência de toda a bacia hidrográfica, especialmente no que tange a inundações e controle de enchentes, compondo um novo cenário para a região.

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Segundo o banco, os projetos buscam solucionar os eventos de alagamento enfrentados no bairro do Mangueirão, a ausência de infraestrutura adequada para a coleta e o caminhamento das águas pluviais e as dificuldades de acesso e a circulação no entorno do Estádio do Mangueirão, criando rotas de escoamento de tráfego na cidade que será sede da COP30 em novembro.

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