quinta-feira , 5 março 2026
💵 DÓLAR: Carregando... | 💶 EURO: Carregando... | 💷 LIBRA: Carregando...

China tenta intermediar guerra no Irã e pede “desescalada”

O regime comunista da China enviou ao Oriente Médio um de seus representantes especiais na tentativa de se apresentar como um mediador na escalada do conflito entre Estados Unidos, Israel e o Irã. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (4) pelo ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, durante uma conversa telefônica com o chanceler do reino da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan.

Segundo um comunicado divulgado pela chancelaria chinesa, Wang afirmou que Pequim não deseja ver a expansão da guerra na região e defendeu a retomada de negociações entre as partes envolvidas.

“A China insta veementemente todas as partes a cessarem as operações militares, retomarem o diálogo e a negociação o mais rápido possível e evitarem uma maior escalada das tensões”, afirmou o ministro.

De acordo com o comunicado, o chefe da diplomacia chinesa também classificou como “inaceitável” o uso da força durante o conflito, “especialmente quando há risco para civis ou para alvos que não têm natureza militar”. Conforme o regime chinês, Pequim considera essencial “evitar ataques contra civis ou infraestruturas não militares”.

Wang também elogiou o papel da Arábia Saudita na tentativa de reduzir tensões na região. O chanceler comunista afirmou que a China aprecia “a moderação e o compromisso da Arábia Saudita com a resolução pacífica das divergências” e destacou que os esforços de reconciliação entre países do Oriente Médio devem ser preservados. As declarações fazem referência indireta à retomada das relações diplomáticas entre Arábia Saudita e Irã, processo mediado por Pequim e anunciado em 2023. A ditadura de Xi considera esse acordo uma de suas principais iniciativas diplomáticas recentes no Oriente Médio.

Além do diálogo com a Arábia Saudita, Wang Yi também conversou nesta quarta-feira com o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes Unidos, Abdullah bin Zayed. Segundo o comunicado oficial, o chanceler chinês destacou que a proteção de civis deve ser tratada como uma “linha vermelha” no conflito e afirmou que ataques contra infraestrutura energética, econômica ou de subsistência não devem ocorrer.

fonte

Verifique também

Juiz decide que governo Trump deve reembolsar empresas após queda de tarifas

Um juiz do Tribunal de Comércio Internacional dos EUA em Manhattan decidiu nesta quarta-feira (4) …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *