segunda-feira , 23 fevereiro 2026
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Boulos é tratado por Datena como “amigo mais próximo” na política

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, participou da estreia do programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, apresentado pelo jornalista José Luiz Datena. O programa estreou nesta segunda-feira (23).

Conhecido pelo trabalho no programa “Brasil Urgente”, da Band, Datena disse que seu programa de estreia na rádio estatal não poderia ter outro convidado na estreia, uma vez que Boulos é seu amigo mais próximo no meio político. O jornalista ainda elogiou a esposa de Boulos, Natalia Szermeta, opinando que ela seria mais inteligente que o ministro e que, por isso, deveria ocupar o cargo.

“Não podia ser outro, porque dentre os políticos que eu conheço e que sou amigo, você talvez seja o mais próximo, o que eu gosto mais, de verdade, do fundo do meu coração, independente de ideologia. […] Fui recebido na sua casa pela sua esposa, que aliás é muito mais inteligente do que você. Eu falei, ‘pô, por que que ela não é a ministra'”, disse Datena.

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Ministro defende Lula em impasse com indígenas

Boulos aproveitou para falar da crise que o governo do presidente Lula (PT) enfrenta com a comunidade indígena em razão da possibilidade de privatização de hidrovias. Sem falar em recuo, o ministro classificou os atos como “legítimos” e argumentou que Lula trata os movimentos sociais com “respeito e com diálogo”, e que “não deslegitima, não acha que tem que passar a boiada”, em referência à fala do ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles na reunião ministerial do dia 22 de abril de 2020.

“Eu acredito que hoje nós vamos poder dar para os povos indígenas uma resposta adequada a partir da reivindicação, repito, justa e legítima que os povos indígenas têm”, concluiu. A decisão sobre o futuro das hidrovias será tomada, de acordo com ele, em uma reunião no final da tarde.

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Boulos ataca Zema, Tarcísio e Eduardo Bolsonaro

Boulos aproveitou para atacar o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, na forma de um elogio a Lula: “Nós temos um presidente da República que não aceita, que não usa bonézinho do MAGA, igual o seu Tarcísio, governador de São Paulo, fez; que não fica lambendo bota de americano igual o seu Zema fez; igual o seu Eduardo Bolsonaro, que foi lá ser traidor da pátria, para fazer tarifaço contra o Brasil. Nós temos um presidente que falou: ‘soberania não se negocia'”.

Líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto, o político do PSOL ainda sinalizou que o discurso de soberania deve ser explorado como tom de campanha de Lula nas eleições de 2026. Em agosto de 2025, o governo federal mudou de slogan: se o anterior falava em “união e reconstrução”, o atual trocou a palavra união pela ideia de “lado”, com a frase “do lado do povo brasileiro”.

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