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Alerj elege aliado do PL e pode definir 3º governador do Rio ainda nesta semana

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) elegeu, nesta quinta-feira (26), r eleição do deputado Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa. A eleição reorganiza a linha de sucessão do estado em meio a uma crise institucional e pode provocar nova troca no comando do Palácio Guanabara.

Com 45 votos e sem concorrentes, Ruas assume o posto em um cenário marcado por disputas judiciais e incerteza sobre a própria composição da Casa. A escolha ocorre poucos dias após a cassação do ex-presidente Rodrigo Bacellar (União Brasil) e do ex-governador Cláudio Castro (PL) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no caso Ceperj.

Desde segunda-feira (23), o governo do Rio está sob comando do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ricardo Couto, após uma sequência de vacâncias na linha sucessória. Com a posse de Ruas, ele passa a ocupar a primeira posição nessa fila, o que pode resultar em mais uma mudança no Executivo.

A eleição foi convocada de forma rápida pelo presidente em exercício da Alerj, Guilherme Delaroli (PL), e realizada mesmo diante de questionamentos formais de partidos de oposição. O PSD, legenda do prefeito Eduardo Paes, recorreu ao Tribunal de Justiça para tentar barrar o pleito, argumentando que a votação deveria ocorrer apenas após a retotalização dos votos determinada pelo TSE.

Apesar da ofensiva, a votação foi mantida. A base que apoiou a eleição argumenta que há precedentes para decisões desse tipo mesmo com a composição incompleta da Casa.

A pressa também é explicada por um fator político: a possibilidade de perda de cadeiras pelo PL após a retotalização dos votos, marcada para a próxima semana. Bacellar, eleito pela sigla, teve cerca de 97 mil votos anulados, o que pode impactar o cálculo do quociente eleitoral e redistribuir vagas entre os partidos.

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O novo presidente adotou um discurso de conciliação ao assumir o cargo. “Recebo a missão com muito orgulho e responsabilidade, e independentemente de ideologia partidária, todos os parlamentares terão dessa presidência o diálogo aberto”, afirmou.

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