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Acusado de matar ex-jogador da seleção de vôlei a tiros em Cuiabá vai a júri popular 

THIAGO NOVAES

DO REPÓRTERMT

O empresário Idirley Alves Pacheco vai a júri popular no dia 14 deste mês, acusado de matar o ex-jogador da seleção brasileira de vôlei Everton Pereira Fagundes da Conceição, de 46 anos, em Cuiabá.

De acordo com o inquérito policial, Idirley foi indiciado por homicídio qualificado, com uso de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. As penas podem chegar a até 30 anos de prisão.

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O crime ocorreu no dia 11 de julho, quando o ex-atleta foi atingido por seis disparos de arma de fogo, a maioria a curta distância, nas regiões da cabeça, pescoço e costas.

As investigações apontaram que a motivação do crime estaria ligada a ciúmes. A vítima mantinha um relacionamento com a ex-esposa do acusado, que não aceitava o fim da relação.

Leia mais – Empresário matou jogador em Amarok por ciúme da ex

Conforme já noticiado, o empresário atraiu Everton sob o pretexto de que precisava de ajuda para guardar um veículo. Durante o trajeto, a vítima foi rendida e obrigada a dirigir sob ameaça.

O carro, uma Amarok, acabou colidindo com outro veículo, momento em que o acusado efetuou os disparos e fugiu do local.

Após o crime, o investigado teria descartado a arma utilizada, ocultado o celular e feito ameaças a familiares da ex-companheira.

Em depoimento, ele confessou o homicídio, mas negou motivação passional, alegando suposta extorsão por parte da vítima. No entanto, essa versão não foi confirmada pela investigação.


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