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Quem é Thiago Ávila, ativista radical de esquerda preso em Israel

Um tribunal de Israel prorrogou neste domingo (3) as prisões do ativista brasileiro Thiago Ávila e do espanhol-palestino Saif Abukeshek. Eles foram detidos pelo governo israelense na última quinta-feira (30) em águas internacionais, a bordo de uma flotilha que seguia para a Faixa de Gaza.

Essa não é a primeira vez que Ávila, ativista de esquerda e radical pró-Palestina, é detido tentando ingressar em Gaza. A primeira vez ocorreu em junho do ano passado, a bordo da embarcação Madleen, que tinha entre seus tripulantes a ativista sueca Greta Thunberg. O barco foi interceptado pela Marinha israelense no Mar Mediterrâneo e Ávila, junto com os demais tripulantes, foi detido para deportação. Após três dias, ele retornou ao Brasil.

Em outubro do ano passado, nova detenção. Uma embarcação da Flotilha Global Sumud foi interceptada por Israel quando transportava rumo à Faixa de Gaza Ávila e outros 14 brasileiros, entre eles a deputada federal petista Luizianne Lins. O ativista fez greve de sede e foi enviado de volta ao Brasil.

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Ávila foi candidato pelo PSOL e foi a funeral de líder do Hezbollah

Brasiliense, Thiago Ávila tem 39 anos e foi candidato a deputado federal pelo PSOL em 2018 e 2022, não obtendo sucesso. O militante diz ser “socialista” e “revolucionário”, mas na verdade ganhou dinheiro como empresário. Ele diz promover a paz, mas na verdade é um apoiador do grupo terrorista Hezbollah.

No Brasil, Ávila chegou a ser preso por impedir a derrubada de uma ocupação irregular no Distrito Federal em 2021. Em suas viagens já passou por Cuba, Turquia e Irã. Em fevereiro do ano passado foi a Beirute, no Líbano, para participar do funeral de Hassan Nasrallah, o líder máximo do Hezbollah.

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Flotilha pede ação do governo brasileiro; EUA falam em grupo pró-Hamas

Após a decisão que prorrogou as prisões de Thiago Ávila e seu companheiro, a Flotilha Global Sumud instou os governos de Brasil e Espanha a “agirem imediatamente”. Na sexta (1º) os governos brasileiro e espanhol divulgaram nota conjunta condenando “o sequestro de dois de seus cidadãos em águas internacionais”.

Já o governo dos Estados Unidos divulgou nota classificando a flotilha como pró-Hamas. “Os EUA usarão ferramentas disponíveis para impor consequências àqueles que apoiam essa flotilha pró-Hamas e (os EUA) encorajam ações legais de nossos aliados contra ela”, diz o texto.

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