quinta-feira , 23 abril 2026
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Assembleia aprova empréstimo de R$ 15 milhões para reconstrução do Shopping Popular

DO REPÓRTERMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em sessão extraordinária nesta quarta-feira (22), o Projeto de Lei 481/2026, que autoriza a concessão de um empréstimo de até R$ 15 milhões para a Associação dos Camelôs do Shopping Popular (ACSP), em Cuiabá. A proposta, de autoria do governo estadual, foi apreciada com dispensa de pauta e segue agora para a sanção do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Os recursos serão operacionalizados pela Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso (Desenvolve MT), utilizando verbas do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FUNDES). O montante é destinado à modernização e recuperação da infraestrutura do centro comercial, que foi completamente destruído por um incêndio em julho de 2024.

O financiamento prevê taxas com juros baseados na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acrescidos de 2% ao ano. O contrato estabelece carência de até 24 meses e prazo de cinco anos para a quitação total. Como garantia, a associação utilizará a cessão de receitas próprias, como as taxas condominiais pagas pelos associados.

RepórterMT

Shopping Popular

 Shopping Popular foi destruído por um incêndio em 2024.

A liberação dos valores ocorrerá de forma escalonada, acompanhando o cronograma físico da obra, com pagamentos efetuados diretamente aos fornecedores. O texto aprovado também permite que o montante seja ampliado por meio de emendas parlamentares.

O prédio do Shopping Popular, um dos principais centros comerciais de Cuiabá, foi completamente consumido por um incêndio de grandes proporções na madrugada de 15 de julho de 2024. As chamas, que se espalharam rapidamente devido à alta carga de material inflamável estocado nos boxes, destruíram a estrutura metálica e todo o estoque de centenas de lojistas, resultando em perda total.

O episódio paralisou as atividades de aproximadamente 600 famílias que dependiam diretamente do comércio no local, gerando um prejuízo econômico imediato e forçando os trabalhadores a buscarem abrigos temporários para manter as vendas até que uma solução definitiva de reconstrução fosse viabilizada.

Na justificativa enviada ao Legislativo, o Executivo estadual pontuou que a medida visa preservar centenas de empregos diretos e indiretos que dependem da atividade comercial do espaço.

 

 


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