Oito crianças, com idades entre um e 12 anos, morreram em uma chacina registrada na madrugada deste domingo (19) na cidade de Shreveport, no estado americano da Louisiana.
De acordo com um banco de dados mantido pela agência Associated Press e pelo jornal USA Today em parceria com a Northeastern University, esta foi a maior chacina nos Estados Unidos desde que oito pessoas foram mortas em uma ocorrência em Chicago em janeiro de 2024.
Segundo a agência EFE, a polícia local classificou o incidente como uma “briga doméstica”. Ao todo, dez pessoas foram baleadas. As únicas sobreviventes são duas mulheres, uma delas com ferimentos graves que colocam sua vida em risco, segundo a imprensa local.
O porta-voz da polícia, Christopher Bordelon, informou que o suspeito foi morto durante uma perseguição policial, após ter fugido do local em um carro roubado.
“Acreditamos que ele seja o único indivíduo que disparou”, afirmou Bordelon. A cena do crime é “extensa” e abrange três residências no bairro de Cedar Grove, em Shreveport, especificou o porta-voz, que advertiu que a investigação está em fase inicial e que todas as informações são preliminares.
Poucas horas após a divulgação das primeiras informações, a polícia relatou que o autor dos disparos se chamava Shamar Elkins e era pai de sete das crianças mortas, e que uma das mulheres baleadas é mãe de parte das crianças, segundo a Associated Press.
“Esta é uma situação trágica, talvez a mais trágica que já vivemos. É uma manhã terrível”, disse Tom Arceneaux, prefeito da cidade de cerca de 180 mil habitantes no noroeste da Louisiana.
O governador da Louisiana, o republicano Jeff Landry, afirmou em comunicado que ele e sua esposa estavam “devastados” com essa tragédia. “Somos profundamente gratos aos policiais e socorristas que trabalharam incansavelmente no local”, afirmou.
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