quarta-feira , 18 março 2026
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Trump coloca viagem à China em xeque com crise no Estreito de Ormuz

Um encontro muito aguardado entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o ditador chinês, Xi Jinping, está prestes a ser adiado devido à guerra no Oriente Médio.

Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, Trump sinalizou que poderia remarcar ou até cancelar a reunião bilateral em Pequim, organizada a pedido do próprio líder chinês, devido aos problemas que enfrenta no atual conflito com o Irã. Um cancelamento poderia estremecer ainda mais a relação conturbada entre os países.

Nas últimas semanas, a guerra escalou e provocou uma turbulência nos mercados após as forças iranianas ameaçarem embarcações no Estreito de Ormuz, uma rota estratégica do comércio global de energia responsável por receber cerca de 20% da produção mundial de petróleo bruto do mundo, assim como o gás natural liquefeito e fertilizantes.

No final de semana, o líder da Casa Branca apelou aos países afetadas para formarem uma coalizão internacional a fim de desafiar o bloqueio iraniano à passagem marítima. Até o momento, apenas o Japão sinalizou que poderia contribuir, outros países como Alemanha, Itália e Grécia recusaram a proposta.

A China sofre um impacto direto no bloqueio de suas importações globais de petróleo, visto que só o país recebe 38% de todos os barris transportados pela rota de Ormuz.

Fontes consultadas pela publicação britânica afirmaram que havia grande expectativa do encontro entre as duas liderança permanecer intacto, apesar do conflito em andamento no Oriente Médio.

Trump informou que seu secretário do Tesouro, Scott Bessent, chegou a se reunir com seu homólogo chinês, He Lifeng, em Paris, no final de semana para acertar detalhes da cúpula. Novas conversas são esperadas nesta segunda-feira (16).

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