DO REPÓRTERMT
O desembargador Dirceu dos Santos, afastado pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), provou que o “networking” sentimental pode ser tão complexo quanto o jurídico.
A investigação que implodiu o gabinete do magistrado revela um verdadeiro organograma afetivo-financeiro que movimentou nada menos que R$ 15 milhões.
No topo da lista de beneficiárias aparece a atual esposa, Carla Patrícia Monteiro dos Santos, que viu sua conta bancária ser abastecida com um generoso depósito de R$ 140 mil vindo da Veritas Construtora.
A generosidade do magistrado não parou no atual casamento. A ex-mulher, Márcia Amâncio de Souza da Silva, é apontada como peça-chave nas principais operações. Ela aparece vinculada às operações imobiliárias do desembargador. Segundo a decisão, imóveis foram comprados, vendidos ou transferidos entre eles para “lavar” o lucro das sentenças.
Para completar, uma outra mulher ganhava status de empresária da gastronomia. Segundo o CNJ, Dirceu abriu a M.S. Comércio de Pizzas (Pega Pizza), que teria contabilizado um lucro da ordem de R$ 800 mil em 2019, estando registrada em nome de uma “concubina”.
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