quinta-feira , 26 fevereiro 2026
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Não vou agir politicamente contra ninguém, diz Viana após quebra de sigilo de Lulinha

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), voltou a destacar que atuará de forma independente na condução os trabalhos da Comissão. A fala ocorre após tumulto entre parlamentares nesta quinta-feira (26) na esteira da aprovação do requerimento de quebra do sigilo bancário de Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

“Só vou colocar em pauta nomes que estejam ligados diretamente à investigação, não vou agir politicamente contra ninguém”, disse Viana.

Investigações apontam a existência de acusações de que Lulinha teria atuado junto com o lobista Antônio Camilo Antunes, o “careca do INSS”, para destravar negócios no Ministério da Saúde.

O senador também comemorou o que considerou uma virada de jogo contra o governo, que tentava aprovar outros nomes para serem investigados no âmbito da Comissão mas não obteve sucesso.

“Hoje nós conseguimos aprovar que a investigação avance. Foi uma vitória dos aposentados, dos pensionistas. O governo veio com a decisão de que ou se coloca todos os nomes ou não se votaria nada […] e o resultado é que o jogo virou”, comentou.

Nesta quinta-feira, durante a sessão da CPMI, parlamentares da ala governista tentaram aprovar que a votação dos requerimentos fosse feita em bloco, o que faria com que todos os nomes fossem votados em conjunto e não caso a caso.

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A ala governista tenta, sem sucesso, incluir nos requerimentos de quebra de sigilo o ex-presidente do Banco Central durante o governo de Jair Bolsonaro, Roberto Campos Neto, e do empresário Fabiano Zettel. Os parlamentares defendem que a CPMI tem sido seletiva e investigado apenas nomes mais próximos ao governo, mas protegendo aliados do ex-presidente.

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