quarta-feira , 25 fevereiro 2026
💵 DÓLAR: Carregando... | 💶 EURO: Carregando... | 💷 LIBRA: Carregando...

Trump repete alegações de fraude e pressiona Congresso sobre nova legislação eleitoral

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a defender uma nova legislação eleitoral nos EUA para evitar fraude por pessoas que não têm direito ao voto.

Ele pressionou o Congresso a avançar com um projeto de lei que trata do tema durante o discurso sobre o Estado de União na noite desta terça-feira (24). O SAVE America Act obrigaria os americanos aptos a votar a comprovar sua cidadania ao se registrarem nas eleições e criaria uma exigência nacional de que os eleitores apresentassem um documento de identidade com foto na hora de exercer o direito.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA também passaria a ter acesso aos cadastros eleitorais dos estados. O projeto recebeu aval da Câmara dos Representantes, de maioria republicana, no dia 11 de fevereiro e segue para análise no Senado.

Trump apenas renovou as alegações de que o sistema americano está contaminado pela fraude. Durante seu discurso, o presidente também pressionou o Congresso a aprovar outra lei que acabaria com o uso de cédulas de votação enviadas pelo correio. Ele abriu exceções para casos de doença, deficiência, serviço militar ou viagens.

“A fraude eleitoral é desenfreada, desenfreada. É muito simples: todos os eleitores devem apresentar documento de identidade com foto. Todos os eleitores devem apresentar comprovante de cidadania para votar”, defendeu o presidente americano.

Os congressistas democratas apresentaram oposição quase unânime à tentativa de mudança da legislação eleitoral. Segundo eles, a medida é considerada excessivamente restritiva e privaria milhões de pessoas do direito ao voto por não possuírem a documentação necessária e desencorajaria outras de sequer tentarem votar.

Além de retomar suas alegações sobre fraude eleitoral, Trump comentou alguns pontos-chave de sua agenda para os EUA. Ele voltou a defender sua política econômica e migratória, reiterando críticas à decisão da Suprema Corte sobre a derrubada das tarifas; destacou sua agenda política externa, citando o poderio militar dos EUA ao falar da situação do Irã e relembrou a captura do ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro.

fonte

Verifique também

Caso Marielle: PGR pede condenação e defesas alegam falta de provas no 1º dia de julgamento

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deu início, nesta terça-feira (24), ao julgamento …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *