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Pedro Turra torturou amiga com choque nos seios: “Implorava pra parar”

LUISA RANY E CARLOS CARONE

METRÓPOLES

Relatos de uma amiga do ex-piloto de Fórmula Delta Pedro Arthur Turra Basso (foto em destaque), 19 anos, acusado de agredir e matar o adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos, revelam novos episódios de violência atribuídos a ele. A jovem, que tinha 17 anos à época, contou que foi torturada com uma arma de choque por 10 minutos enquanto implorava para que as agressões cessassem.
Segundo o boletim de ocorrência registrado na 38ª Delegacia de Polícia (Vicente Pires), o caso teria ocorrido entre julho e agosto de 2025, dentro do carro de um amigo, estacionado em frente a um condomínio no Park Way (DF). No veículo estavam a vítima, a esposa de Turra e outros dois amigos.

A adolescente relatou que Turra e outro amigo haviam saído do carro e começaram a “brincar de dar choques” um no outro, prática que, segundo ela, seria comum no grupo.
Em seguida, o amigo retornou ao veículo, fechou portas e janelas, deixando apenas a janela do lado em que ela estava aberta e, segundo a vítima, o clima mudou.

Ela afirmou que percebeu que “algo ruim iria acontecer” e tentou sair do banco de trás para o da frente, mas teria sido impedida pela esposa de Turra. Nesse momento, segundo o relato, o ex-piloto passou a aplicar descargas elétricas contra a vontade dela.
A jovem disse que começou a chorar e a pedir que ele parasse. Ainda assim, conforme o relato, Turra teria aplicado choques nos seios, na barriga e nas pernas. Ela contou que disse estar com cólicas menstruais e que não queria receber as descargas, mas, mesmo assim, ele deu choques em seu ventre.
Segundo a adolescente, ela entrou em desespero e começou a implorar aos prantos para ele parar, mas o piloto só ficava rindo e continuava a dar choques nela.

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Ela conta também que, durante os choques, sentiu uma dor forte na perna esquerda e que acha que estourou uma veia naquele momento, pois tem uma marca na perna no mesmo lugar.

“Só parou com as descargas elétricas quando a arma de choque ficou descarregada”, relata a vítima.
A adolescente também relatou que tentou ligar para a mãe durante o episódio, mas teve o celular retirado das mãos pela esposa de Turra. De acordo com ela, as descargas duraram cerca de 10 minutos, deixando dores físicas e abalo emocional.
Ainda conforme o relato, ela não registrou ocorrência na época porque teria bloqueado as memórias traumáticas. A jovem afirmou que só conseguiu se lembrar dos fatos em dezembro de 2025, após iniciar acompanhamento terapêutico, o que a levou a formalizar a denúncia.

A vítima declarou ainda que Turra sempre teve “mau hábito de dar choques” em integrantes do grupo, mas que ele parecia preferir dar os choques nela por ser a pessoa mais vulnerável do grupo.
Vodca forçada
Os relatos são da mesma vítima que denunciou ter sido forçada por Turra a ingerir vodca durante uma confraternização realizada no Jockey Club, em 7 de junho de 2025. Continue lendo aqui em Metrópoles.


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