terça-feira , 3 fevereiro 2026
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Deputado aciona conselho de ética contra petista por montagem que une Vorcaro a Bolsonaro

O deputado federal Daniel de Freitas (PL-SC) protocolou, nesta segunda-feira (2), uma denúncia no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra o deputado federal Rogério Correia (PT-MG). O petista publicou uma montagem, gerada por inteligência artificial, que une o ex-presidente Jair Bolsonaro ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, além de incluir o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto. Após críticas, Correia apagou a postagem.

“Sanções disciplinares previstas no Regimento Interno e no Código de Ética, proporcionais à gravidade da conduta, que macula o parlamento e a confiança pública, devem ser tomadas”, escreveu Freitas, em postagem anunciando a denúncia.

De acordo com a representação, o petista agiu intencionalmente para tentar criar falsamente “a imagem de que Bolsonaro e Vorcaro eram amigos, o que não é verdade”. A Gazeta do Povo entrou em contato com Rogério Correia e o espaço permanece aberto para manifestação.

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Petista disse que Bolsonaro e Campos Neto são “retrato da roubalheira do Banco Master”

“Vorcaro, Bolsonaro e Campos Neto: a foto é o retrato da roubalheira do Banco Master. E a Papudinha vai ficar pequena para tanto cidadão de bem!”, escreveu Rogério Correia em sua postagem. O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central do Brasil por insuficiência financeira, e seus executivos são investigados por emitirem Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) sem valor real, o que configuraria fraude ao sistema bancário.

Filho do ex-presidente, o ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) reagiu: “Abertura de inquérito sobre fake news, buscas e apreensões, Polícia Federal revirando a casa dos outros, cassação de mandato, prisão, ameaças institucionais democráticas e tudo que se vê quando acusam os outros sem provar nada?”

O Banco Central e a Polícia Federal não apontam ligações entre Vorcaro e Bolsonaro ou falhas na fiscalização do Banco Master durante a gestão de Campos Neto. Há, porém, o envolvimento de uma estatal: o Banco de Brasília (BRB), que chegou a comprar cédulas de crédito do Master. O então presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, foi afastado do cargo judicialmente.


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