domingo , 1 fevereiro 2026
💵 DÓLAR: Carregando... | 💶 EURO: Carregando... | 💷 LIBRA: Carregando...

Ex-apresentador da CNN é preso acusado de violar lei federal nos EUA

Don Lemon, ex-apresentador da emissora americana CNN, foi preso sob a acusação de violar a lei federal enquanto cobria um protesto em uma igreja de Saint Paul, no estado de Minnesota, contra as operações anti-imigração ilegal do governo Donald Trump, informou nesta sexta-feira (30) o advogado do jornalista.

Lemon, repórter independente de 59 anos, foi detido ontem à noite em Los Angeles enquanto trabalhava na cobertura dos preparativos para a cerimônia do Grammy, detalhou seu advogado, Abbe Lowell, em um comunicado.

A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, informou em uma breve mensagem nas redes sociais que Lemon e outras três pessoas foram presas por ordem sua, um fato que gerou surpresa, visto que um juiz havia rejeitado as acusações apresentadas contra o jornalista.

No último dia 19, Lemon esteve em um protesto no qual um grupo de manifestantes interrompeu um culto em uma igreja para se manifestar contra seu pastor, que trabalharia para o Serviço de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês), entoando palavras de ordem como “Fora ICE!”.

O Departamento de Justiça do governo Trump tentou apresentar acusações contra oito pessoas, incluindo o jornalista, invocando uma lei que protege aqueles que participam de serviços religiosos em locais de culto.

No entanto, um juiz que analisou as provas autorizou as acusações apenas contra três pessoas e rejeitou as apresentadas contra Lemon e os outros acusados por considerá-las insuficientes.

Posteriormente, a promotoria solicitou a um tribunal federal de apelações a emissão de mandados de prisão, mas estes foram negados.

O advogado de Lemon afirmou no comunicado que a Primeira Emenda da Constituição, que garante a liberdade de expressão, “existe para proteger os jornalistas cujo trabalho é lançar luz sobre a verdade e exigir prestação de contas dos poderosos”.

Em um vídeo no X, Bondi comentou sobre as prisões. “Não se enganem. Sob a liderança do presidente Trump e desta administração, vocês têm o direito de praticar sua religião livremente e em segurança”, disse a procuradora-geral. “E, caso ainda não tenha ficado claro, se vocês violarem esse direito sagrado, iremos atrás de vocês.”

fonte

Verifique também

Desabamento em mina de coltan deixa mais de 200 mortos no Congo

Mais de 200 pessoas morreram durante um desabamento em uma mina de coltan na cidade …

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *