sexta-feira , 30 janeiro 2026
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Costa Rica vai às urnas sob a sombra da violência e do narcotráfico

Eleitores da Costa Rica vão às urnas neste domingo (1º) para escolher o novo presidente em um cenário de profunda preocupação. A crescente onda de violência e a expansão do narcotráfico se tornaram os temas centrais do pleito, pressionando os 19 candidatos a apresentar soluções firmes.

Por que a segurança se tornou o principal tema da eleição?

A Costa Rica, antes vista como um oásis de segurança na América Latina, enfrenta uma crise. O país viu sua taxa de homicídios disparar para 16,6 por 100 mil habitantes, a terceira maior da América Central. Em 2025, a apreensão de cocaína dobrou em relação ao ano anterior e escândalos como o desmantelamento de um cartel transnacional e a prisão de um ex-ministro por narcotráfico abalaram a confiança da população.

Quem é a candidata favorita e o que ela propõe para a segurança?

Laura Fernández, candidata do governo e ex-ministra do presidente Rodrigo Chaves, lidera as pesquisas. Com uma postura de “linha-dura”, ela propõe o fortalecimento da polícia, a expansão do uso de scanners em portos e fronteiras, e maior cooperação com agências internacionais, como a DEA dos EUA. Sua proposta mais polêmica é a implementação de estados de exceção em áreas críticas para combater o crime.

O que é o “estado de exceção” que ela defende?

É uma medida drástica que permite ao governo suspender temporariamente algumas garantias e liberdades civis, como o direito de reunião e a inviolabilidade do domicílio, em locais específicos. O objetivo é facilitar operações policiais de grande escala para capturar criminosos em zonas de alta violência, uma estratégia que ganhou notoriedade ao ser usada de forma ampla em El Salvador no combate às gangues.

Quais são as alternativas propostas pelos outros candidatos?

O centrista Álvaro Ramos foca em tecnologia, propondo um laboratório de balística para rastrear armas, a contratação de 6 mil policiais e o uso de “contêineres inteligentes” com selos eletrônicos para evitar o tráfico. Já Claudia Dobles, da oposição de esquerda, rejeita o estado de exceção e defende a prevenção, com mais investimentos em educação e inteligência policial para evitar que jovens entrem para o crime.

O que as pesquisas eleitorais indicam sobre a disputa?

A última pesquisa aponta uma liderança confortável para a candidata governista, Laura Fernández, com 44% das intenções de voto. Seus principais adversários, Álvaro Ramos e Claudia Dobles, aparecem muito distantes, com cerca de 9% cada um. No entanto, o alto número de eleitores indecisos, que chega a 26%, ainda pode influenciar o resultado da votação para o mandato de 2026 a 2030.

Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.

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