sexta-feira , 30 janeiro 2026
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Antes de discutir nomes para eleição, é preciso discutir projeto, diz Ratinho Jr.

O Brasil não precisa no momento de discussão de nomes para o processo de eleições presidenciais de 2026, precisa de uma discussão de projeto, de um método e um modelo de gestão que posa dar certo. A opinião é do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD) que participou de painel na Premiação Outliers InfoMoney 2026, em São Paulo

O governador disse ver espaço para uma candidatura de centro na próxima eleição, porque acredita que a população está cansada da polarização. “Polarização existe no mundo inteiro, mas as pessoas são sensatas”, disse, destacando que isso foi observado nas últimas eleições municipais, quando partidos de centros como o seu PSD e o MDB fizeram o maior número de prefeitos.

“As pessoas gostam do gestor moderado e com capacidade técnicas, mas que acima de tudo traga tranquilidade para a sociedade”, afirmou, ao ser entrevistado por Rafael Furlanetti, diretor institucional da XP.

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Para ele, há bons quadros em todos o país, uma vez que a “safra” de governadores é a melhor em 30 anos.

Sobre sua gestão no governo do Paraná, Ratinho Jr. disse que seu primeiro desafio foi encontrar a vocação do Estado. A força da produção agrícola foi o ponto de partida para que a economia fosse transformada a ponto de a região conseguir se tornar um supermercado para o mundo.

O objetivo foi investir na cadeia inteira para que as exportações não se limitassem apenas aos grão, mas em toda a indústria alimentícia. Hoje, o Estado consegue vender de 4 a 5 vezes mais (em dólares) do que se ficasse limitados a produtos como soja e milho, como no passado.

“O Estado passou a ser uma atração de investimentos, dando liberdade econômica”, disse destacando a agilidade para a abertura de empresas no Estado, que alcançou a 4ª posição dos maiores PIBs do Brasil, sendo 3ª maior na produção industrial.

Ele também lembrou que precisou combater resistências de grupos como sindicatos de servidores públicos como os da Educação e Segurança Públicas, enfrentando greves no início de seu governo. “Ou vocês governa para o sindicato ou para o povo”, disse, destacando que a relação melhorou porque foi demonstrado que modelo teve sucesso.

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