DO REPÓRTERMT
Em entrevista ao Conexão Poder, o delegado adjunto da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos de Cuiabá, Guilherme Campomar da Rocha, comentou como criminosos têm usado a Inteligência Artificial para clonagem de voz, com detalhes como timbre e sotaque idênticos aos das vítimas, para aplicação de golpes nas redes sociais ou em ligação telefônica.
“Eles precisam obter uma quantidade desses aúdios originais, seja um áudio que você mandou no WhatsApp, foto que você tem no instagram. Eles precisam de um padrão, uma certa quantidade de imagem, um certo tempo de áudio, e não é muito longo nem muitas imagens, e hoje o software já consegue reproduzir o mesmo timbre de voz, a mesma cadência de fala, a mesma entonação, o mesmo sotaque, de um texto que o criminoso passa“, alertou.
Os crimes cibernéticos envolvem uma gama muito grande de práticas delituosas.
Guilherme comenta que, geralmente, os criminosos que atuam na prática de crimes financeiros criam redes de fraudes, envolvendo diversas pessoas para gerar a impressão de credibilidade à ação.
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Veja entrevista na íntegra:
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