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Vigilante que matou namorada em Sinop vira réu por feminicídio

VANESSA MORENO

DO REPÓRTERMT

A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e tornou Pedro Padilha de Oliveira, de 53 anos, réu por feminicídio. Ele matou a namorada, Geovana Diogo da Silva, de 22 anos, por asfixia, após uma discussão motivada por ciúmes. O corpo dela foi encontrado no dia 7 de outubro do ano passado, dentro do quarto de um hotel às margens da BR-163, em Sinop (a 498 km de Cuiabá), Mato Grosso. O processo tramita em segredo de justiça.

Conforme noticiado pelo RepórterMT à época, o feminicida era vigilante e mantinha um relacionamento com a vítima havia cerca de um mês. No dia 6 de outubro, Geovana saiu de casa para se encontrar com ele e teria dito à mãe que voltaria logo.

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Câmeras de segurança captaram o momento em que Pedro Padilha estava na recepção do hotel aguardando a jovem. Quando percebeu a aproximação dela, ele pegou a chave do quarto, entrou e ficou à espera da vítima. Pouco tempo depois, Geovana chegou, estacionou a motocicleta que pilotava, entrou no hotel, foi para o quarto e não foi mais vista.

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Em seguida, o assassino fugiu para o município de Santa Carmem, onde morava.

Na manhã do dia seguinte, a mãe da vítima procurou uma delegacia, relatando que a jovem havia saído para se encontrar com o namorado e não retornou para casa. O telefone dela parou de receber ligações, o que deixou a família preocupada.

No início da tarde, funcionários do hotel acionaram a Polícia Militar, relatando ter encontrado um corpo dentro de um dos quartos. No local, os militares constataram que se tratava de Geovana.

A polícia iniciou as buscas pelo feminicida, que foi encontrado escondido em uma área de mata em Santa Carmem. Pedro Padilha foi preso e confessou o crime, alegando que matou a jovem por asfixia após uma discussão. Aos policiais, ele disse que “perdeu a cabeça”.

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Geovana morreu três dias antes de completar 23 anos e deixou três filhos menores de idade. 

No ano passado, Mato Grosso registrou 54 feminicídios, maior número desde 2021. Sinop, ficou no topo do ranking com maior número de casos, registrando seis vítimas. 


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