quinta-feira , 15 janeiro 2026
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Barraqueiros que espancaram turistas de MT negam homofobia e preços abusivos; vídeo

GUSTAVO CASTRO

DO REPÓRTERMT

Parte dos barraqueiros envolvidos na confusão que terminou com a agressão a um casal de turistas de Mato Grosso, em Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, negou que tenha havido cobrança abusiva ou motivação homofóbica no episódio. Em vídeo publicado nas redes sociais, hoje (29), comerciantes afirmam que os valores cobrados estavam claros desde o início e que a discussão teria começado após um desentendimento entre as partes. (Veja no final da matéria).

Na gravação, divulgada no Instagram pelo influenciador Márcio Henrique, ao menos 11 vendedores aparecem contestando a versão apresentada pelas vítimas.

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Um dos barraqueiros afirma que o casal estaria embriagado e que a acusação de homofobia estaria sendo usada de forma indevida. Outro comerciante, identificado apenas como Dinho, alegou ter sido agredido por um dos turistas durante a confusão, após a recusa em pagar R$ 80 pelo uso das cadeiras. Segundo ele, houve empurrões e agressões mútuas antes do tumulto generalizado.

Leia mais – Turistas de MT dizem que espancamento em Porto de Galinhas foi motivado por homofobia

Uma barraqueira, identificada como Vera, afirmou ainda que um dos turistas teria reclamado da presença de outras pessoas sentadas à frente das cadeiras alugadas, o que teria acirrado os ânimos. Outros comerciantes reforçaram que não houve qualquer ataque motivado por orientação sexual.

Não teve homofobia. A gente recebe todo tipo de público aqui”, disse um deles no vídeo.

Agressão

Conforme noticiado pelo RepórterMT, Johnny Andrade e Cleiton Zanatta relataram que foram espancados por cerca de 15 a 20 barraqueiros após questionarem a cobrança, além de afirmarem que a violência pode ter tido cunho homofóbico, já que são um casal gay. As agressões ocorreram no sábado (27) e foram registradas em vídeos que circularam nas redes sociais.

O governo de Pernambuco informou que 14 pessoas já foram identificadas e devem responder criminalmente pelo caso. A governadora Raquel Lyra afirmou que o episódio não será tratado como incidente, mas como crime. Já a Associação dos Barraqueiros de Porto de Galinhas declarou, em nota, que acompanha o caso e aguarda a conclusão das investigações, ressaltando que repudia qualquer tipo de violência.

Veja vídeo:


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