quarta-feira , 14 janeiro 2026
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Advogado preso em operação no Brasil Beach em Cuiabá tenta sair da cadeia

FERNANDA ESCOUTO

DO REPÓRTERMT

A Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu, por unanimidade, no último dia 15, negar pedido de soltura e manter a prisão preventiva de Rodrigo da Costa Ribeiro, detido durante a Operação Efatá, deflagrada pela Polícia Civill no dia 3 deste mês.

Além da decisão do TJMT, Rodrigo também teve pedido de liberdade negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no mesmo dia. 

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Investigações iniciadas em 2022 apuraram a existência de um esquema milionário de lavagem de dinheiro ligado a uma facção criminosa. Conforme apurado, o grupo, do qual Rodrigo faz parte, teria movimentado mais de R$ 500 milhões, principalmente a partir de recursos oriundos do tráfico de drogas.

O advogado é apontado pelas investigações como líder do núcleo jurídico. Segundo a Polícia Civil, ele teria papel estratégico na sustentação financeira da organização, auxiliando na blindagem patrimonial e jurídica dos integrantes.

As apurações indicam que a organização criminosa utilizava um complexo esquema de ocultação de valores, com o uso de empresas de fachada, contas bancárias em nome de laranjas e pessoas jurídicas. Os recursos ilícitos eram fracionados e transferidos entre contas físicas e empresariais, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem do dinheiro.

Durante o cumprimento do mandado judicial, foram apreendidos munições calibre 9mm, carregador de pistola, simulacro de arma de fogo, rádio comunicador e armas brancas, o que resultou na prisão em flagrante do investigado. A custódia foi posteriormente convertida em prisão preventiva, sob o fundamento de garantia da ordem pública e risco de reiteração delitiva.

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Tanto o TJMT quanto o STJ entenderam que as medidas cautelares alternativas seriam insuficientes, diante da gravidade dos fatos, do histórico criminal do investigado e dos indícios de vínculo com organização criminosa estruturada, mantendo, assim, a prisão preventiva.


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