sexta-feira , 16 janeiro 2026
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Prisão de generais racha o Exército entre a ativa e a reserva

A prisão dos generais Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira em 25 de novembro, em Brasília, por tentativa de golpe, expôs uma divisão no Exército. Enquanto militares da reserva enxergam injustiça nas condenações, o Alto Comando da ativa busca se afastar e tratar o caso como um problema isolado.

Qual é a principal reação entre os militares da reserva?

Eles sentem-se desamparados e injustiçados, descrevendo as prisões como uma forma de “vingança” política e não de justiça. Para os reservistas, o processo foi conduzido com falhas, citando a delação de Mauro Cid como exemplo de pressão do STF, e faltam provas concretas que justifiquem a condenação por tentativa de golpe.

E qual é a posição do Alto Comando da ativa?

O Alto Comando tenta desvincular o Exército do caso, afirmando que os generais presos atuavam em funções políticas e não representam mais a instituição. A ordem interna é manter o silêncio para preservar a imagem da Força e a hierarquia, tratando o episódio como um problema de oficiais já aposentados.

Por que a situação do general Heleno é destacada no caso?

A situação do general Heleno, de 78 anos, é vista como o principal exemplo de injustiça. A defesa alega que ele tem Alzheimer e pediu que cumpra a pena em casa por sua idade avançada e estado de saúde. Para os militares da reserva, o caso dele simboliza o tratamento desproporcional dado pela Justiça.

Esse sentimento é unânime entre todos os militares?

Não. Entre oficiais de média e baixa patente e praças, as opiniões se dividem de forma parecida com a sociedade civil. Há quem considere que os generais “fizeram por merecer”, por conta dos atos revelados no processo, enquanto outros acreditam que não houve crime. Não há um consenso sobre a legalidade das condutas.

Existe alguma solução política sendo proposta?

O general da reserva e deputado Eduardo Pazuello (PL-RJ) defende uma saída política. Para ele, a única solução é anistiar os militares condenados. Pazuello defende uma “anistia ampla, geral e restrita”, comparando-a com a que os militares concederam a grupos de esquerda em 1979.

Este conteúdo foi gerado com inteligência artificial. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema consulte a reportagem a seguir.

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