quinta-feira , 15 janeiro 2026
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Israel identifica corpos de mais dois reféns e ameaça retomar combates

O Instituto Nacional de Medicina Forense de Israel identificou nesta quinta-feira (15) os restos mortais recuperados na noite anterior da Faixa de Gaza como sendo dos reféns Inbar Hayman, de 27 anos, e Muhamed al Atresh, de 40.

Após a devolução das vítimas, o Hamas alegou que não tem acesso aos demais reféns. O governo israelense então voltou a ameaçar o grupo com o retorno dos combates no enclave palestino.

Segundo o comunicado do instituto, Hayman – a última mulher que permanecia sequestrada –, foi assassinada pelo Hamas no festival Nova em 7 de outubro de 2023 e seu corpo foi mantido em Gaza, enquanto o sargento Atresh, rastreador de uma brigada e pai de 13 filhos com duas esposas, morreu em combate também na manhã dos ataques terroristas.

O gabinete do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, declarou que todos os setores do sistema de segurança de Israel estão “determinados, comprometidos e trabalhado incansavelmente para trazer todos os reféns de volta para um enterro digno em sua terra natal”.

Enquanto os restos mortais de vítimas do Hamas eram transferidas para Israel, o ministro de Defesa, Israel Katz, renovou a pressão sobre o Hamas com a ameaça de novos combates em Gaza, caso o grupo terrorista não honrasse com seus compromissos estabelecidos no acordo – de devolver todos os 20 sobreviventes, o que já foi feito, e os 28 corpos de sequestrados durante a guerra, dos quais ainda restam 19.

Segundo Katz, ele já ordenou aos militares o preparo de um plano para “esmagar” os terroristas. “Se o Hamas se recusar a cumprir o acordo, Israel, em coordenação com os Estados Unidos, retomará os combates e agirá para derrotar totalmente o Hamas, mudar a realidade em Gaza e atingir todos os objetivos da guerra”, diz um comunicado do gabinete de Katz.

O Fórum de Reféns e Famílias Desaparecidas afirmou em um comunicado que o retorno dos corpos de Hayman e  Atresh proporciona “um certo consolo às famílias que viveram com uma incerteza agonizante por mais de dois anos”.

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