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Trump declara movimento Antifa como organização terrorista e pede investigação de financiadores

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite desta quarta-feira (17) que o movimento Antifa será classificado como organização terrorista. A medida ocorre após o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk, fundador da Turning Point USA, durante evento na Universidade do Vale de Utah. O assassino de Kirk é um radical de esquerda, segundo amigos.

“Tenho o prazer em informar aos nossos muitos patriotas dos EUA que estou designando a Antifa, um desastre radical de esquerda, doente e perigoso, como uma grande organização terrorista”, escreveu Trump em publicação na Truth Social.

Além da designação, o presidente afirmou que recomendará investigações sobre os financiadores do movimento Antifa.

“Eles serão investigados de acordo com os mais altos padrões legais e práticas”, disse.

Dias antes de tomar tal decisão, Trump já havia declarado estar “100%” aberto à medida e sugeriu que o Departamento de Justiça poderia aplicar acusações de associação criminosa contra indivíduos ligados ao movimento.

De acordo com as informações, a Antifa, abreviação de “antifascista”, não possui estrutura centralizada. O movimento reúne grupos e ativistas radicais de esquerda e extrema-esquerda que se opõem a grupos e pautas conservadoras ou da centro-direita.

A Antifa já esteve envolvida em episódios de violência e ações extremistas nos Estados Unidos, incluindo os protestos em Portland em 2020, marcados por incêndios e depredações de prédios públicos; confrontos físicos em Charlottesville, em 2017; e o ataque em 2019 a um centro do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), em Tacoma, Washington, quando um militante lançou coquetéis molotov e acabou morto pela polícia. Além disso, ativistas ligados ao movimento participaram de depredações em universidades para impedir palestras de figuras conservadoras.

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