quarta-feira , 4 março 2026
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“A instituição a que pertenço não consegue garantir meus direitos”, responde Eduardo Bolsonaro a Hugo Motta

Em resposta às declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em publicação na rede social X, que sua permanência nos Estados Unidos não foi voluntária, mas resultado de uma coação devido à falta de respeito às prerrogativas parlamentares no Brasil. “Eu fui coagido a ficar nos EUA, porque a instituição que eu pertenço não consegue garantir meus direitos e liberdades contra o regime de exceção”, declarou.

Ele sugere ainda que o presidente da Câmara estaria ciente da situação e também sofreria ameaças. “Hugo Motta deveria saber bem o que é isso, afinal, também está sendo ameaçado pelo regime, que pegou seus parentes como reféns para usar como meio de chantagem e impedir a anistia”, publicou o filho de Jair Bolsonaro.

Eduardo Bolsonaro pediu que, caso Motta não possa garantir suas prerrogativas constitucionais, ao menos “deveria, pelo menos, tentar garantir o exercício a distância do meu mandato.”

Ele questionou se o presidente da Câmara entregará seu mandato ao que chamou de “regime” ou reconhece que está sendo coagido por um “tirano psicopata”. O deputado declarou estar disposto a ir às últimas consequências para retirar o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), a quem atribui o termo “psicopata”.

Hugo Motta respondeu classificando a ida de Eduardo Bolsonaro aos Estados Unidos como “incompatível com o exercício parlamentar”, afirmando não haver previsão regimental para mandato à distância.

“O deputado Eduardo poderia estar contra o julgamento do Supremo, é natural discordar. Agora, quando a gente parte para a atuação em um trabalho contra o país, que prejudica empresas, nossa economia, eu não acho razoável. Acho que é uma atitude que nós temos que ter total discordância”, declarou Motta à GloboNews.

Motta rejeitou a ideia de anistia ampla para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, destacando a falta de consenso na Câmara e defendendo alternativas para revisar penas consideradas exageradas. Ele afirmou que pautas não podem ser negociadas sob chantagem e que o interesse pessoal não pode se sobrepor ao interesse do país.

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