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Assis detona Caderneta da Gestante do governo Lula: "Ensina mulher a matar o próprio filho sem denunciar estuprador"

DO REPÓRTERMT

O deputado federal Coronel Assis criticou a nova versão da Caderneta da Gestante lançada pelo Ministério da Saúde na última semana e afirmou que o material representa uma tentativa de “apagamento da figura materna” e de avanço de pautas ideológicas dentro de políticas públicas voltadas à saúde da mulher.

O parlamentar questionou mudanças na linguagem utilizada no documento oficial entregue durante o pré-natal, especialmente a substituição do termo “mãe” por expressões como “pessoas que gestam”.

“O que era para ser um guia médico sobre o desenvolvimento do bebê virou outra coisa. A palavra ‘mãe’ sumiu. No lugar, colocaram ‘pessoas que gestam’”, afirmou.

Assis também criticou trechos relacionados às orientações sobre aborto legal previstas na cartilha. Segundo o deputado, o material transmite uma mensagem equivocada ao informar que vítimas de violência sexual não precisam apresentar boletim de ocorrência para acessar o procedimento previsto em lei pelo SUS.

“O Estado brasileiro, num documento oficial entregue a uma gestante, está ensinando que ela pode matar o próprio filho sem nem precisar denunciar quem a estuprou. Que tipo de governo protege o estuprador deixando ele solto dentro de casa e oferece, como solução, eliminar a criança?”, declarou.

Durante o posicionamento, o parlamentar relacionou as mudanças na caderneta ao que classificou como “hegemonia cultural” e criticou o uso de novas terminologias em documentos públicos.

“Nada disso é improviso, nada é modernização. É uma estratégia para mudar a linguagem e, consequentemente, mudar a forma como a sociedade enxerga valores fundamentais como maternidade, família e proteção à vida”, disse.

Coronel Assis afirmou ainda que pretende continuar atuando no Congresso Nacional em defesa de pautas conservadoras ligadas à família e à proteção da vida.

“A esquerda apaga a palavra ‘mãe’, enquanto nós defendemos a vida que começa dentro dela”, concluiu.


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